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South Tech Summit conecta o Sul catarinense a grandes nomes da tecnologia e dos negócios

Evento organizado pela ACATE-CETUS chega à terceira edição nos dias 28 e 29 de outubro, em Criciúma, com quatro palcos, especialistas do mercado e participação do Sebrae/SC no fortalecimento do ecossistema regional de inovação

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A conexão entre tecnologia, empreendedorismo e oportunidades de negócios estará no centro do South Tech Summit 2026, nos dias 28 e 29 de outubro, no Complexo Let’s Drop, em Criciúma. Em sua terceira edição, o evento reunirá profissionais, empresas, startups, investidores e comunidades de inovação em uma programação com quatro palcos, voltada ao desenvolvimento tecnológico, à gestão e ao crescimento dos negócios. O Sebrae/SC é parceiro da iniciativa, por meio da Gerência Regional Sul, contribuindo para fortalecer o ecossistema regional de inovação e o empreendedorismo.

Organizado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), por meio do polo regional ACATE-CETUS, o South Tech Summit surgiu da mobilização de comunidades de tecnologia para criar um grande encontro do setor no Sul catarinense. A primeira edição ocorreu em 2016, e o evento foi retomado em 2025, de forma colaborativa, com entidades e comunidades regionais. Após a receptividade da edição anterior, a programação foi ampliada para dois dias, com palestras, troca de experiências, exposição e networking.

Valorização do ecossistema local

A proposta é aproximar profissionais e empresas da região de referências nacionais e internacionais, valorizando os talentos e negócios locais. “O Sul catarinense tem um ecossistema de tecnologia em desenvolvimento e cada vez mais espaço. O South Tech Summit mostra a força do que é produzido aqui e amplia as conexões com players nacionais e internacionais”, destaca Tainá Ferro, diretora executiva da ACATE-CETUS.

Para o vice-presidente de Ecossistemas da ACATE-CETUS, Marcelo Michels, o encontro integra referências do mercado e talentos regionais. “Reunimos grandes multinacionais e valorizamos profissionais e empresários da região, conectando o que acontece no Brasil e no mundo às iniciativas locais e ampliando a visibilidade do nosso ecossistema”, afirmou.

A programação será distribuída em quatro palcos, com duas trilhas principais: TECH, dedicada a inteligência artificial, computação em nuvem e cibersegurança; e BUSINESS, com conteúdo sobre gestão, liderança, vendas, empreendedorismo, investimentos e crescimento empresarial. A proposta é oferecer experiências práticas, com profissionais que compartilham desafios, aprendizados e casos reais.

Programação robusta

Entre os nomes anunciados estão Victoria Conrad, que abordará gestão de pessoas e equipes de tecnologia; Leonardo Burtet, com foco em aceleração de empresas e crescimento comercial; Iomani Engelmann, Fundador e CO-CEO da Pixeon e ex-presidente da ACATE; Marcos do Canto, fundador da Magic Write; Vanda Stange, da TopMed; e Diego Taschim, da Dell. Também participam profissionais ligados a empresas como AWS, AMD e V4, além de painéis sobre cibersegurança e outras áreas estratégicas.

“A inovação acontece quando conhecimento, pessoas e oportunidades se encontram. O South Tech Summit aproxima empreendedores de novas tecnologias e experiências práticas, ajudando a identificar caminhos para inovar. Para o Sebrae, apoiar iniciativas assim fortalece um ecossistema mais conectado e competitivo”, afirma Amanda Matos, gestora de projetos de inovação da Gerência Regional Sul do Sebrae/SC.

Além dos palcos, o evento estimulará a circulação entre estandes e espaços de relacionamento. O palco 360 ficará na área da feira, aproximando apresentações, empresas e profissionais. A programação também prevê a primeira edição do CETUS Awards, que reconhecerá destaques regionais em empreendedorismo, empresas, startups, mentoria, educação e inovação no setor público.

Outro destaque é o encontro Mar Aberto, previsto para a noite de 28 de outubro. Realizada em parceria pela Prefeitura de Criciúma, pelo Sebrae e pela ACATE-CETUS, a iniciativa busca estimular a cultura de investimento-anjo na região. O jantar reunirá convidados e profissionais do mercado de investimentos e empreendedores que compartilharão experiências com esse modelo de apoio a startups.

A aproximação entre empresas, investidores e empreendedores busca transformar o potencial de inovação em oportunidades de desenvolvimento econômico. “O Sul catarinense tem empresas e profissionais capazes de desenvolver soluções e gerar negócios. Conectar pessoas e ampliar o acesso ao conhecimento fortalece esse ambiente. A parceria com o South Tech Summit reforça o compromisso do Sebrae com os pequenos negócios e a competitividade regional”, afirma João Alexandre Guze, gerente regional Sul do Sebrae/SC.

A organização espera distribuir cerca de 500 ingressos. O acesso vale para os dois dias, permitindo que os participantes circulem pelos diferentes ambientes e acompanhem os conteúdos de seu interesse.

Inscrições: https://supertixs.com/e/south-tech-summit-2026

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Café em casa: Associação Nossa Casa lança evento beneficente

A atividade, que será um café colonial, visa arrecadar recursos para o abrigo

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Algumas das melhores memórias que temos são criadas ao redor de uma mesa farta de quitutes e regada a um bom café na companhia de família, amigos e muitos bons sentimentos. É pensando nisso que a Associação Beneficente Nossa Casa lança um novo evento, um café colonial beneficente. Com o nome Café em Casa, a novidade acontece no dia 14 de novembro a partir das 15h no café colonial Casa do Sonho, localizada na Avenida Centenário, N° 9651, no bairro Cristo Redentor em Criciúma.

Esta é mais uma iniciativa da instituição e está no radar para o calendário do ano letivo, visando arrecadar recursos que servirão para a manutenção da casa e para o cuidado de seus acolhidos. O lucro será obtido através da venda dos ingressos.

“Assim como temos o pedágio, bazar e feijoada, agora pretendemos inserir o café beneficente como referência de evento do abrigo, pra além de arrecadar recursos, que a gente consiga apresentar o nosso trabalho e engajar novos públicos, como os mais jovens por exemplo. E fazer isso através da ‘cultura’ do café, que também carrega esse espaço de acolhimento, é muito simbólico”, destaca Ariana Colombo Fortuna, coordenadora da Nossa Casa.

Os ingressos serão vendidos por R$100,00 para adultos. Crianças de 7 a 12 anos pagam R$ 40,00 e menores de 7 anos pagam R$ 20,00. A meta para este início é de comparecimento de 100 pessoas.

Entre os atrativos do evento está o café colonial completo, com opções de pratos doces e salgados, café, chá e frutas da estação, além de opções que acolham intolerantes ao glúten e a lactose. Também será montado um estande do Bazar Fixo da instituição, com opções de roupas novas e seminovas e para venda e outras experiências atrativas. O espaço da Casa do Sonho é arborizado e conta com parquinho para as crianças e apreciação dos animais que vivem no espaço. 

“O ato de estar reunido à mesa para tomar café e confraternizar com as pessoas que gostam é um ato quase universal. Todo mundo ama e sempre acaba aderindo porque existem várias opções de pratos. A ideia é que seja uma tarde bem agradável e que inspire a solidariedade nas pessoas, para que conheçam e se aproximem da Nossa Casa”, explica Marli Vitali, diretora financeira da casa de acolhimento.

Os ingressos para o Café em Casa serão vendidos de forma online e já podem ser adquiridos pelo número de telefone da instituição (48) 98473-5959, ou ainda pelo perfil no Instagram, @nossacasacriciumaorg.

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Apenas o diploma garante emprego? Saiba o que as empresas procuram nos profissionais 

Estágios, projetos e desenvolvimento de habilidades ampliam a chance de inserção no mercado de trabalho

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Concluir um curso superior é uma das etapas mais importantes na trajetória profissional, mas será que, apenas, o diploma garante uma vaga no mercado de trabalho? A preparação para a carreira começa antes mesmo da formatura. Foi assim que o engenheiro de software, Kauã Librelato da Costa, deu os primeiros passos profissionais ainda durante a graduação na UniSATC.  

“Acredito que um dos pontos importantes do curso foi justamente a possibilidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a formação. Os projetos e as atividades ajudaram a desenvolver habilidades que são importantes no dia a dia da profissão, além de preparar a gente para os desafios do mercado. A faculdade me proporcionou uma base importante para começar, e essa base continua sendo útil conforme ganho experiência e assumo novos desafios profissionais”, comenta Kauã.  

O profissional se formou no curso de Engenharia de Software da UniSATC no último ano já com experiência de mercado e atuando em uma empresa da região. Atualmente, é desenvolvedor de software pleno na empresa PicPay.  

“A faculdade é um ambiente onde temos espaço para testar, errar e aprender com os erros para desenvolver confiança antes de enfrentar os desafios do mercado de trabalho. Tudo isso contribuiu bastante pra minha trajetória e para chegar aonde estou hoje, atuando como desenvolvedor pleno. Acho que o diploma é importante, mas sozinho não garante emprego. É preciso continuar estudando, praticar e estar disposto a aprender coisas novas. A faculdade dá uma excelente base, mas a experiência e a capacidade de resolver problemas no dia a dia também contam muito”, afirma Kauã.  

Para a gerente de recrutamento da Thomson Reuters, Kesia Nascimento, o diploma de um curso superior é muito importante na hora da seleção, mas outros requisitos técnicos e comportamentais são grandes diferenciais para o candidato.  

“Nós buscamos hoje no mercado para um novo profissional, além do conhecimento adquirido durante a formação acadêmica, a disponibilidade e a disposição de continuar a aprender depois da faculdade. Aquele desejo de aprender com o sênior do time, com alguém do mercado”, ressalta. “Diploma é importante, mas existem hard skills e soft skills que fazem a diferença”, completa.  

Experiência prática e profissional 

Na busca de formar profissionais preparados para o mercado de trabalho, a UniSATC tem como base dos cursos que oferta aliar a experiência prática com a acadêmica. Além de incentivar a busca por estágio ao longo do curso. “A experiência é o que vai separar realmente o profissional mediano, do bom profissional porque são as práticas de gestão de pessoas e de gerenciamento de projetos que realmente o mercado observa para contratação de um profissional ou também em uma visão empreendedora”, comenta o professor do curso de Engenharia de Software da UniSATC, Hyan Dias Tavares.  

Neste sentido são desenvolvidas diversas atividades ao longo do curso. “Realizamos projetos integradores e projetos de extensão que aproximam o aluno do mercado de trabalho. É o que realmente coloca esses desafios na frente do acadêmico para que ele consiga desenvolver a comunicação e, também, as habilidades de gestão”, completa.  

O docente também destaca que as mudanças no mercado de trabalho, impulsionadas pelo avanço da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas, ampliam a importância das habilidades comportamentais. “O conhecimento em soft skills, aliado com um conhecimento técnico, também é um dos principais diferenciais que o acadêmico tem que encontrar”, explica. 

Matrículas abertas   

 As matrículas para UniSATC estão abertas com cursos superiores nas áreas de Engenharias, Tecnologia, Comunicação, Gestão, Educação e Saúde. Os interessados podem obter mais informações pelo site (https://unisatc.com.br/) ou pelo contato comercial (48) 3431-7585.

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Urussanga abre oficinas para revisar o Plano Diretor com a participação da população

Quatro encontros em novembro, organizados com a Unesc, vão reunir sugestões dos moradores sobre o desenvolvimento urbano do município

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A prefeitura de Urussanga, em parceria com a Unesc, vai ouvir a população na revisão do Plano Diretor. Serão quatro oficinas de planejamento, nos dias 16, 18, 23 e 25 de novembro, sempre às 19h.

Os encontros serão divididos por regiões do município, para que cada comunidade apresente demandas, aponte problemas e sugira melhorias. Estão na pauta meio ambiente, saneamento, economia, área rural, turismo, mobilidade, habitação, segurança e uso e ocupação do solo.

O secretário de Desenvolvimento, Leonardo Felippe, destacou a importância da participação dos moradores. “Ouvir a comunidade é fundamental para identificar as prioridades dos bairros e construir propostas que contribuam para o desenvolvimento de Urussanga. Essas oficinas vão ser uma oportunidade para a comunidade participar do processo e ajudar a pensar o futuro do município”, afirmou.

As sugestões serão registradas pela equipe técnica e servirão de base para as próximas etapas da revisão do Plano Diretor Participativo.

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