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Agronegócio

Agricultura familiar terá R$ 85 bilhões em créditos e investimentos

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A produção agrícola familiar terá R$ 85 bilhões em ações no Plano Safra 2024/2025. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo Governo Federal.

Esse Plano Safra da Agricultura Familiar tem taxas que variam de 0,5% a 6%, com redução para duas linhas de financiamento de custeio e oito de investimento.

Dos R$ 85 bilhões em ações, R$ 76 bi são em crédito rural. Esse valor representa para as famílias rurais um aumento de 6% em relação ao plano 2023/2024 e 43% em relação a 2022/2023.

Os produtores familiares foram contemplados com a redução de juros de financiamento de 4% para 3%, no caso dos alimentos da cesta básica: feijão, frutas, legumes, leite e arroz, que ganhou um apoio extra pra redução de preço.  

No caso de produtos da agroecologia, de baixo carbono, como guaraná, açaí e babaçu, os juros caem de 3% para 2%. Além disso, o apoio à transição agroecológica vai contar com um R$ 135 milhões.  

A redução dos juros para a agricultura familiar, segundo o ministro, foi possível por meio da injeção de R$ 10 bilhões do Tesouro Nacional no setor.  

E pela primeira vez, um fundo vai garantir o acesso ao crédito rural aos agricultores familiares e às próprias cooperativas.  

Agronegócio

Vindima celebra o tempo de colheita com atividades nas vinícolas dos Vales da Uva Goethe

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As celebrações da colheita da uva nos Vales da Uva Goethe foram iniciadas com a 18º edição da Vindima Goethe, com uma programação especial nas vinícolas associadas da ProGoethe em Urussanga, Orleans, Nova Veneza e Içara. A abertura foi realizada na quinta-feira, dia 8, no município de Urussanga, com a presença do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, prefeitos, demais autoridades e convidados.

Considerada uma das principais festas ligadas à vitivinicultura no Sul do Estado, a Vindima reúne atividades culturais, enogastronômicas e turísticas. “A Vindima Goethe é um dos eventos mais representativos da nossa identidade cultural. Ela fortalece o turismo, movimenta a economia e mantém viva a tradição trazida pelos nossos antepassados”, destaca a prefeita de Urussanga, Stela de Agostin Talamini.

A edição de 2026 recebeu um toque especial com a Denominação de Origem (DO) Vales da Uva Goethe, concedida ano passado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Este selo é o primeiro de Santa Catarina e o terceiro do Brasil, certificando a procedência e a qualidade dos vinhos produzidos na região. “A DO reconhece um saber-fazer construído ao longo do tempo e profundamente ligado ao território dos Vales da Uva Goethe”, comenta a presidente da ProGoethe, Patrícia Mazon.

Durante a abertura oficial, o governador Jorginho Mello ressaltou a importância da vitivinicultura para o desenvolvimento regional. “A colheita da uva e a produção de vinhos de excelência atraem visitantes e movimentam a economia das cidades. Santa Catarina é um estado rico em diversidade cultural, e eventos como a Vindima mostram a força dessas tradições”, disse.

Sobre a Vindima

A Vindima Goethe acontece de 8 a 26 de janeiro de 2026, com programação especial nas vinícolas associadas a Progoethe: Vinícola Damian, Vigna Mazon, Vinícola De Noni, Vinícola Trevisol, Vinícola Bianco, Vinícola Quarezemin e Vinícola Borgo.

O evento conta com o patrocínio da Secretaria de Turismo (SETUR), Prefeitura de Urussanga, BRDE e Prefeitura de Nova Veneza. E também com o apoio das Prefeituras de Orleans e Içara, SEBRAE/SC, além do apoio institucional da Epagri e Unesc.

A programação completa da Vindima Goethe 2026 está disponível no site www.vindimagoethe.com.br

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Agronegócio

Epagri abre a colheita catarinense do maracujá em São João do Sul, na quarta

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A Epagri realiza no dia 17 de dezembro, das 8h30min às 13h, a abertura da colheita do maracujá no município de São João do Sul.  As edições são itinerantes, cada ano em uma cidade e propriedade diferente. Desta vez, os anfitriões são os donos da Zizo e Filho, na propriedade localizada no bairro Vila São José. 

O evento é aberto ao público e não é necessário se inscrever, mas a Epagri solicita confirmação de presença nos escritórios municipais até segunda-feira, 15. São esperados cerca de 200 participantes, que serão recebidos às 8h30min com um café da manhã. Na sequência, será feita a visitação aos expositores, 18 no total. 

Às 10h15min será realizada uma palestra sobre o mercado de maracujá com o consultor Hércules José de Oliveira, engenheiro-agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa (MG). O ato oficial de abertura da colheita será às 11h15min, seguido de um almoço. 

Destaque Nacional

Santa Catarina é o terceiro maior produtor nacional de maracujá com uma área plantada de dois mil hectares e mais de mil famílias atuando diretamente no cultivo da fruta. A região Sul catarinense concentra 90% da produção, com destaque para os municípios de Sombrio e São João do Sul. 

De acordo com Natan da Rosa Porto, extensionista rural do escritório da Epagri em São João do Sul, a previsão do setor é repetir a colheita da safra 2024/2025, em torno de 55 mil toneladas. “Esperamos uma produção semelhante ao ano passado. Até o momento não houve contratempos climáticos significativos, mas a safra está iniciando e é necessário aguardar que a previsão se concretize”, explica.

Na safra 2023/2024, a produção foi de 45 mil toneladas, quebra provocada pelo excesso de chuvas que atingiram o estado de Santa Catarina. A Epagri apoia os produtores por meio de políticas de crédito, desenvolvimento de tecnologias e sistemas de manejo.  Epagri abre a colheita catarinense do maracujá em São João do Sul, dia 17

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Agronegócio

SindArroz-SC classifica como “frustrante” reunião no MAPA sobre crise do arroz

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O Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) deixou Brasília nesta quarta-feira, 3, com a sensação de que o Governo Federal não apresentou avanços para enfrentar a crise que atinge o setor orizícola no país. A entidade participou de uma reunião no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) com o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos Júnior, em agenda articulada pela deputada federal Geovânia de Sá.

Apesar da presença de lideranças políticas e representantes de várias regiões produtoras, a conversa não trouxe respostas novas — avaliação feita pelo presidente do SindArroz-SC, Walmir Rampinelli.
“O Governo Federal ignorou a gravidade do momento. Não apresentou uma única proposta nova e se limitou a repetir medidas já conhecidas, que não surtiram efeito. A ausência de ações concretas mostra que o governo parece confortável com o desmonte silencioso do setor”, declarou.

Setor vive momento crítico

As indústrias de arroz enfrentam forte queda nos preços e acumulam prejuízos sucessivos. Rampinelli alerta que o cenário ameaça a operação de muitas empresas.
“Os ativos exigem manutenção constante. Sem resultado econômico, não há sustentabilidade possível. Estamos tentando evitar demissões, mas o ponto de equilíbrio já está ficando inviável”, afirmou.

Campanha para incentivar o consumo não substitui medidas emergenciais

Em nível nacional, o SindArroz-SC participa de uma campanha para incentivar o consumo de arroz, desenvolvida em parceria com a Abiarroz e o IRGA. A entidade reconhece a importância da iniciativa, mas reforça que ações de médio e longo prazo não resolvem o problema imediato.
“Estamos propondo caminhos. O setor está pedindo apoio para atravessar este momento e o mínimo esperado era uma sinalização efetiva de diálogo e ação”, disse o presidente.

Rampinelli destacou ainda que o sindicato seguirá atuando na defesa das indústrias catarinenses e na articulação de medidas que deem sustentação a toda a cadeia orizícola, que envolve milhares de agricultores.
“Vamos seguir cobrando uma resposta à altura da crise e buscando soluções reais para quem transforma o arroz em alimento, emprego e desenvolvimento”, concluiu.

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