Variedades
Bailarina de Criciúma é aprovada em seletiva para estudar na Escola do Teatro Bolshoi
A criciumense Maria Clara de Almeida Niehues, de 10 anos, foi aprovada na seletiva nacional da Escola do Teatro Bolshoi de Joinville. Aluna da oficina da Fundação Cultural de Criciúma (FCC), ela foi uma das 20 selecionadas para frequentar a mais conhecida escola de balé no país.
Maria Clara treina desde os quatro anos e, segundo sua mãe, Elisângela, a paixão pelo balé surgiu a partir de filmes e vídeos. “De alguma forma isso chamou a atenção dela, que saia imitando o que assistia pela casa. Ela começou num projeto da prefeitura, no bairro Montevidéu” contou. No último fim de semana, a família viajou até o norte do estado, onde foram realizados os testes.
Aos seis anos, a menina passou a frequentar a oficina de balé da FCC, com o professor Valter Savi, que desempenha um papel importante nessa trajetória. “Ele começou a trabalhar a parte técnica esse ano, sendo que até então eram aulas mais lúdicas, e foi o maior incentivador para Maria participar da seletiva, dizendo já desde o início que ela passaria”, destacou a mãe.
Valter trabalha com dança pela FCC desde 1988, e já teve aluna formada pela Bolshoi e atuando em companhias estrangeiras. “A Maria Clara faz aula comigo há bastante tempo, e é uma aluna dedicada e com grande potencial. Está sempre em movimento, dançando e fazendo ginástica. Ela tem um físico privilegiado para o balé, o que a Escola Bolshoi está procurando, além de ser inteligente e ter boa musicalidade”, elogiou o professor.
De acordo com a mãe, a menina frequenta as aulas na fundação três vezes na semana, por em média duas horas cada aula, além de praticar todos os dias em casa. Recentemente, a dançarina começou a treinar também ginástica rítmica, pela Fundação Municipal de Esportes (FME).
A família, que é do bairro São Defende, está avaliando as possibilidades de mudança. A princípio, apenas a mãe e a filha pretendem ir, para verificar a adaptação de Maria às aulas, que começam em março.
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2º Festival Fumacense de Cerveja Artesanal é adiado em Morro da Fumaça
A segunda edição do Festival Fumacense de Cerveja Artesanal, que aconteceria neste sábado (19), foi adiada em razão da previsão de chuva. O evento será realizado em uma nova data, que será definida pelo Governo de Morro da Fumaça, de acordo com a disponibilidade das bandas e das cervejarias.
Segundo o coordenador do Departamento de Cultura e Turismo, Paulo Vitor Cechinel, a mudança busca garantir melhores condições para a realização da programação. “A previsão indica chuva para sábado e, por isso, decidimos adiar o evento. Queremos realizar o festival em uma data com condições melhores para que as pessoas possam aproveitar a programação com tranquilidade”, afirma.
O Festival Fumacense de Cerveja Artesanal é organizado pelo Governo Municipal e integra o calendário de eventos do VivaMF. A programação reúne cervejarias artesanais, atrações musicais e outras atividades para o público.
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CocalFest 2026 é lançada com grandes shows e programação para quatro dias em Cocal do Sul
A programação da XII CocalFest e da II Festa do Colono e do Caminhoneiro foi lançada oficialmente nesta terça-feira (1º), em Cocal do Sul.
O encontro reuniu profissionais da imprensa da região, autoridades, parceiros e representantes da organização para apresentar as atrações dos quatro dias de festa, marcada para 24 a 27 de setembro, no Centro de Eventos.
Os shows nacionais da banda Dazaranha, Lucas Lucco e Tchê Barbaridade serão os destaques e terão entrada gratuita. Durante a festa também será realizada uma ação beneficente, com o público convidado a levar um quilo de alimento não perecível.
O prefeito Ademir Magagnin agradeceu a presença dos jornalistas e ressaltou a importância da imprensa para ampliar o alcance da CocalFest e divulgar o município. “Sem vocês, certamente a CocalFest não teria o sucesso que tem. A imprensa leva a nossa história para toda a região e também ajudou Cocal do Sul a chegar ao patamar em que está hoje”, afirmou.
Magagnin lembrou ainda que a festa nasceu com a proposta de valorizar a história e as raízes do município.
“Cocal do Sul tem na essência a colonização italiana e polonesa e uma história muito bonita. A CocalFest é uma oportunidade de mostrar tudo isso e, ao mesmo tempo, oferecer diversão e alegria para uma população que trabalha muito”, completou.
A programação completa foi apresentada pelo secretário municipal de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer e presidente da Comissão Central Organizadora (CCO), Juarez Fogaça.
Ele falou sobre o crescimento da festa desde as primeiras edições e a integração com a Festa do Colono e do Caminhoneiro, realizada em conjunto pelo segundo ano.
“Cada edição foi crescendo em público e no envolvimento das entidades e associações. No ano passado tivemos recorde de público e estamos preparando novamente uma grande festa, valorizando a cultura, o turismo e as tradições do município”, afirmou Fogaça.
A vice-prefeita Roseny Cittadin também participou do lançamento e reforçou o convite para que moradores de Cocal do Sul e de toda a região participem da programação.
Além dos shows nacionais, os quatro dias terão gastronomia, Expoarte, Feira da Indústria, Comércio e Agricultura, Festival de Dança, Olimpíadas Coloniais, Maior Minestra, atrações culturais e musicais, atividades infantis e programação dedicada aos colonos e caminhoneiros.
A banda Dazaranha se apresenta na sexta-feira (25), às 23h. No sábado (26), feriado municipal pelos 35 anos de emancipação de Cocal do Sul, o cantor Lucas Lucco sobe ao palco às 23h30. No domingo (27), a banda Tchê Barbaridade se apresenta às 18h.
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Vítima de câncer, morre o artista plástico Gil Galant
Morreu neste domingo o artista plástico Gil Galant. Uma das figuras mais conhecidas do meio artístico da região, Gil tinha 63 anos e havia meses lutava contra um câncer agressivo, descoberto recentemente. O corpo de Galant será velado ao longo do dia no Crematório Millenium, em Içara.
Gil contava que seu encontro com a arte iniciou ainda na infância. Morador de um sítio e sem dinheiro, ele passou a construir seus próprios brinquedos. Mais tarde, já envolto na vida artística, participou do movimento hippie, vendendo seus artefatos em praça pública, trabalhou como joalheiro, trabalho que ainda executava. Mas seu coração sempre bateu mais forte pela escultura.
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