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Capacitar para Mudar abre vagas para curso gratuito de administração em Siderópolis

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O programa gratuito Capacitar para Mudar do Governo de Siderópolis está com vagas abertas para o curso de administração. As aulas iniciam na próxima segunda-feira, dia 27, das 19h às 22 horas. Os módulos disponíveis são Departamento Pessoal, Escrita Fiscal e Contábil.

Os interessados em participar devem realizar o pré-cadastro por meio do formulário disponível no link clicando aqui. As aulas são presenciais e acontecem semanalmente.

O gestor do Instituto Mix de Siderópolis, Matheus Oliveira de Bem, da empresa vencedora da licitação destacou a importância da qualificação profissional como uma ferramenta essencial para quem busca inserção no mercado de trabalho. “É uma oportunidade que abre portas para quem busca uma mudança de vida quando se trata de emprego e renda”, afirmou.

O secretário de Educação, Méricles Rossa, o Meck, relembrou que a iniciativa já beneficiou mais de 200 pessoas desde a criação do projeto em 2022. “Nesta edição o Governo Municipal quer alcançar ainda mais pessoas, ampliando o acesso à qualificação e gerando novas oportunidades para a população”,  frisou.

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Pesquisa propõe alternativas sustentáveis para resíduos da indústria madeireira

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Em cada pedaço de madeira que sobra no solo da indústria, há potencial para muito mais que descarte. Foi com esse olhar que o engenheiro de produção e professor Mateus Alexandre Floriano conduziu pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Sistemas Produtivos (PPGSP) da Unesc. Ele buscou alternativas viáveis para valorização das aparas geradas durante a fabricação de portas de madeira em uma empresa do Sul catarinense.

“A principal motivação surgiu da observação direta de um problema recorrente em empresas da cadeia produtiva madeireira: a geração expressiva de resíduos sólidos, especialmente as lascas de madeira. Identifiquei uma oportunidade de aplicar os princípios da economia circular para transformar esse passivo ambiental em um ativo produtivo e sustentável”, explica.

O estudo avaliou restos de material oriundos de cortes e ajustes nas chapas da madeira de pinus. Quando descartadas de forma inadequada, essas sobras podem ocupar espaço em aterros, emitir gases de efeito estufa durante a decomposição e representar desperdício de matéria-prima, além de ferir a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Para definir o melhor destino, Floriano aplicou a sistemática CPQvA, ferramenta multicritério que considera quatro eixos: Classificação legal do resíduo (C), Potencialidade de valorização (P), Quantidade e viabilidade (Qv) e Aplicabilidade (A). “Essa metodologia analisa restrições normativas, características técnicas e econômicas do reaproveitamento, volume disponível, viabilidade técnica, além de fatores logísticos e comerciais. Assim, determina a solução mais eficaz e sustentável para o resíduo”, detalha.

Alternativas

Entre as alternativas analisadas estavam a fabricação do modelo de porta chamado primed, produção de painel Edge Glued Panel (EGP), produção de briquetes e uso para geração de energia térmica. Esse modelo, conforme o professor, foi considerado o mais viável por reintegrar o resíduo à linha produtiva, com bom retorno econômico e menor impacto ambiental.

“O reaproveitamento dos resíduos fortalece o conceito de ciclo fechado de produção, que reduz a dependência de matéria-prima virgem e melhora o desempenho ambiental da empresa. Além de reduzir custos com descarte, amplia a competitividade, gera novos produtos e pode facilitar certificações ambientais e incentivos fiscais. A metodologia CPQvA, inclusive, é versátil e pode ser aplicada em outros setores como moveleiro, metalúrgico, cerâmico, alimentício e têxtil”, cita.

Transformação da realidade

Conforme a reitora em exercício da Unesc, Gisele Silveira Coelho Lopes, estudos como este demonstram a relevância da pesquisa aplicada para transformar a realidade. “É por meio de pesquisas como a do professor Mateus que reafirmamos o nosso compromisso com o desenvolvimento regional sustentável. Esse trabalho mostra como a Universidade pode contribuir com soluções que geram impacto ambiental positivo e fortalecem a economia local”, ressalta.

O PPGSP envolve estudantes de quatro universidades catarinenses: Uniplac, Universidade do Contestado (UNC), Universidade da Região de Joinville (Univille) e Unesc, e trabalha problemas reais da indústria e dos serviços com soluções criativas.

O orientador da pesquisa, Vilson Menegon Bristot enfatiza que a sustentabilidade industrial tem ganhado destaque nos debates sobre produção e meio ambiente. Nesse contexto, a pesquisa desenvolvida dentro do PPGSP, contribui de forma significativa ao propor alternativas sustentáveis para o aproveitamento das aparas de madeira geradas durante a fabricação de portas em uma empresa da região Sul de Santa Catarina.

“Ao integrar conceitos de produção mais limpa, lean manufacturing e Legislação Ambiental, a pesquisa reforça a importância da economia circular na indústria. A dissertação também se destacou por aplicar uma metodologia ainda pouco explorada, o que ampliou sua contribuição acadêmica e prática. Além de oferecer soluções aplicáveis à realidade industrial, o estudo abriu espaço para futuras pesquisas sobre sustentabilidade, gestão de resíduos e inovação em sistemas produtivos, consolidando-se como uma importante produção científica dentro do PPGSP”, salienta.

Para a reitora licenciada e secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta, o estudo evidencia como o conhecimento científico, conectado à realidade produtiva, potencializa práticas mais sustentáveis, fortalece a inovação e projeta impactos consistentes no desenvolvimento regional.

“Pesquisas como essa reafirmam a importância da Universidade na construção de soluções concretas para desafios contemporâneos. Esse movimento traduz o papel formativo da Unesc, ao conduzir trabalhos aplicados que unem teoria e prática, mobilizam diferentes áreas do conhecimento e geram indicadores relevantes para a tomada de decisão. É nesse contexto que a Unesc se consolida como uma Instituição comprometida com a inovação, com a sustentabilidade e com a transformação da realidade regional”, afirma Luciane Bisognin Ceretta.

A coorientadora de Mateus, Lenita Agostinetto relata que a pesquisa gira em torno de tema contemporâneo, interdisciplinar e de grande relevância, pois promove o aproveitamento de resíduos sólidos industriais, com foco na sustentabilidade, inovação e melhoria da eficiência produtiva. Para ela, a proposta de transformar aparas de madeira, tradicionalmente tratadas como resíduos sem valor agregado, em recursos reaproveitáveis e economicamente viáveis, demonstra o comprometimento com os princípios da economia circular e da produção mais limpa no setor.

“Esses princípios, aliás, estão em perfeita sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente o ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação contra a Mudança Global do Clima). Para mim foi uma excelente oportunidade e uma verdadeira honra ter contribuído com esse estudo. A dedicação, o rigor metodológico e o compromisso do Mateus com a temática foram inspiradores. Sinto-me satisfeita com os resultados alcançados e convicta de que o trabalho deixará uma marca importante na área dos sistemas produtivos sustentáveis”, diz.

Integração da Universidade com a indústria

O coordenador do PPGSP na Unesc, Kristian Madeira, reforça que a pesquisa de Mateus é um exemplo claro da missão do Programa. “Buscamos formar profissionais comprometidos com a inovação, sustentabilidade e desenvolvimento regional. Trabalhos como este integram conhecimento acadêmico à realidade produtiva e propõem soluções viáveis para desafios ambientais e industriais”, relata.

O pesquisador faz questão de reconhecer o apoio institucional. “Esse estudo reforça a importância da integração entre Universidade e indústria. A pesquisa aplicada, quando conectada à realidade do setor produtivo, gera resultados concretos que podem transformar práticas industriais, apoiar decisões estratégicas e fomentar a sustentabilidade. Sou grato à Unesc e ao PPGSP pelo suporte técnico e acadêmico”, comenta.

O trabalho completo pode ser conferido neste link: https://ppgsp.net/wp-content/uploads/2024/06/mateus_0030b.pdf.

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Cocal do Sul inicia Campanha do Agasalho com pontos de coleta em toda a cidade

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A Administração de Cocal do Sul inicia no dia 27 de abril a Campanha do Agasalho 2026, com arrecadação de roupas, calçados e cobertores para famílias em situação de vulnerabilidade. A mobilização segue até o dia 25 de maio e envolve diferentes espaços do município para facilitar a participação da comunidade.

As doações poderão ser feitas nos postos de saúde, CRAS, CREAS, Centro Dia, escolas e igrejas. A proposta é ampliar o alcance da campanha e facilitar o acesso da população aos pontos de coleta.

A entrega dos itens arrecadados será realizada entre os dias 25 e 29 de maio, no Salão Paroquial, no Centro, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Segundo a secretária de Assistência Social, Salete Cittadin, a campanha é uma das principais ações do município neste período do ano. “A gente sabe que o frio chega mais forte para quem já enfrenta dificuldades. Por isso, cada doação faz diferença. É uma ação simples, mas que tem um impacto direto na vida das famílias que precisam desse apoio”, afirmou.

Ela também reforça o cuidado com as peças doadas. “É importante que as roupas estejam em bom estado, porque estamos falando de dignidade. Quem recebe precisa se sentir acolhido, não apenas atendido”, completou.

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Unesc leva mais de 60 projetos à Praça Nereu Ramos em celebração ao Dia da Extensão

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A Praça Nereu Ramos, coração de Criciúma, receberá, neste sábado (25/4) uma grande celebração do conhecimento compartilhado com a comunidade: o Dia da Extensão na Praça. O evento será realizado das 8h30 às 12h com amostras de mais de 60 projetos de Extensão distribuídos em estruturas que tomarão conta da praça.

A iniciativa de levar uma pequena amostra de todo o trabalho realizado pela Extensão Universitária em toda a região, conforme a reitora em exercício da Unesc, Gisele Coelho Lopes, tem o propósito de evidenciar o impacto direto dessas ações na sociedade. “A proposta é aproximar ainda mais a comunidade das atividades acadêmicas, mostrando, na prática, como o conhecimento produzido na Instituição contribui para o desenvolvimento social, cultural e econômico da região”, destaca.

Com uma programação diversificada, o público poderá participar de atividades interativas, prestigiar apresentações de música e dança, além de conhecer iniciativas como o Museu da Infância e os mascotes do Museu de Zoologia Morgana Cirimbelli Gaidzinski. “Temos a certeza que essa vida levada à Praça irá encantar quem passar por lá neste sábado”, afirma a diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Sheila Martignago Saleh, que acrescenta ainda que o  evento também contará com sorteio de brindes e diversas ações voltadas à promoção da saúde, educação e cidadania.

Conforme Sheila, o evento reforça o papel transformador da Universidade. “A Extensão é o elo que conecta a Universidade com a comunidade. Este momento na Praça é uma oportunidade de mostrar, de forma prática e acessível, como nossos projetos impactam positivamente a vida das pessoas”, destaca.

Representando os projetos, a expectativa é de que mais de 200 pessoas entre acadêmicos, professores e gestão universitária estejam à disposição da comunidade no evento.

Extensão que transforma

A força da Extensão Universitária pode ser medida, também, pelos números que refletem o alcance e a relevância na vida da comunidade. Somente por meio das Clínicas Integradas de Saúde da Universidade, são realizados mais de 252 mil atendimentos, enquanto as Casas da Cidadania somam mais de 3,6 mil acolhimentos. “Esses dados evidenciam o papel essencial da Instituição no acesso a serviços gratuitos e de qualidade, contribuindo diretamente para o bem-estar da população”, destaca Gisele.

Esse impacto, conforme a reitora em exercício, se amplia com as ações desenvolvidas em diferentes frentes. “As atividades comunitárias em 2025, por exemplo, ultrapassaram 36 mil atendimentos, enquanto iniciativas culturais e educativas também registram forte presença, como o Museu de Zoologia, com mais de 89 mil visitantes, o Museu da Infância, com cerca de 5,7 mil, e as ações de Arte e Cultura, que somam mais de 133 mil participações”, acrescenta. 

Entre os destaques no que diz respeito à atuação da Extensão estão ainda projetos esportivos, acervo histórico e mais de 34 mil atendimentos realizados por projetos distribuídos em todas as áreas do conhecimento.

Números de destaque em 2025:

Clínicas Integradas de Saúde: Mais de 252 mil atendimentos

Casas da Cidadania: 3.653 atendimentos

Atividades comunitárias: 36.770 participações

Museu da infância: 5.739 visitantes 

Museu de Zoologia 89.462 visitantes 

Arte e Cultura: 133.386 visitantes 

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