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Economia

Chuvas deixam prejuízo ao agronegócio de Santa Catarina

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As chuvas que assolam Santa Catarina causam estragos também ao setor agropecuário. A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) já calculam os prejuízos, principalmente nas safrinhas de feijão e milho, que estão em fase final de colheita. O relatório preliminar foi divulgado nesta quarta-feira (7) e seguirá com atualizações constantes.

O impacto maior do excesso de chuvas no setor agropecuário será sentido pelos produtores de feijão e milho. Apesar de boa parte da 2ª safra já ter sido colhida, as perdas nas áreas remanescentes podem chegar a 100%.  As regiões mais atingidas foram a Oeste e Extremo Oeste, lembrando que na região de Rio do Sul ainda não foi possível realizar levantamento de perdas agrícolas.

O relatório preliminar de eventuais perdas no setor agropecuário em Santa Catarina utilizou dados levantados pelas gerências regionais da Epagri e por técnicos da Epagri/Cepa nas regiões mais afetadas do estado.

 

Sul Catarinense 

Os danos também são sentidos nas lavouras de feijão e, principalmente, nas hortaliças. A região de Criciúma já contabiliza perdas de aproximadamente 35% nas plantações de hortaliças e a safrinha de feijão pode ter 30% da produção comprometida.

A colheita de feijão esperada nas regiões de Tubarão, Criciúma e Araranguá era de seis mil toneladas, das quais 1,5 mil toneladas podem ser perdidas ou se forem colhidas o grão pode não ter qualidade comercial.

Na pecuária de leite, as perdas giram em torno de 20% em decorrência das pastagens de inverno que não se desenvolvem plenamente.

Economia

Começa contagem regressiva para declaração do imposto de renda

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Passado o carnaval, começa a contagem regressiva para a declaração do imposto de renda. 

O prazo do fisco começa em 15 de março e vai até 31 de maio.

Então o contribuinte tem 30 dias para juntar toda a documentação e não deixar tudo para a última hora. 

Quem não enviar até o fim do prazo, recebe multa pela falta ou pelo atraso. 

Além disso, é importante também ter cuidado com as informações e documentos declarados. Qualquer coisa errada pode levar para a malha fina.

Devem declarar, por exemplo, pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559 no ano passado. Ainda precisam ser informadas as movimentações sobre bitcoins e outros criptoativos.

A novidade deste ano é que quem recebe até dois salários mínimos, ou seja, R$ 2824 por mês, está isento de declarar. 

A medida beneficia 16 milhões de brasileiros.

Já os empregadores têm até o dia 29 de fevereiro para entregar os informes de rendimentos dos funcionários. A data vale também para instituições financeiras e corretoras de valores que devem entregar o documento com as aplicações financeiras dos clientes.

Se tiver alguma dúvida, basta acessar o site gov.br/receitafederal ou mesmo consultar um profissional da contabilidade.

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Economia

Jovens Talentos: Abadeus prepara adolescentes para o mercado de trabalho

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O Jovens Talentos Trilhas Empreendedoras, projeto da Abadeus Centro de Inovação Social, que visa o desenvolvimento e preparação de jovens para o mundo do trabalho, inicia mais uma turma nesta quarta-feira (14/02). O programa oferece conteúdos de tecnologia, empreendedorismo, comunicação, liderança e trabalho em equipe. 

Com 160 horas de aula, o curso ocorre de segunda a quinta-feira e atende adolescentes de 13 a 17 anos. Ele é obrigatório para os jovens que desejam iniciar o programa Jovem Aprendiz. A didática das aulas gira em torno da robótica, linguagem da programação, administração e gestão de negócios, preparando os alunos para o mercado de trabalho.

O professor Gabriel Alves André é o instrutor da nova turma. Segundo ele, em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, a instrução do curso abrange não apenas habilidades técnicas, mas também aspectos pessoais, proporcionando-lhes uma vantagem considerável.

Papel do empreendedor na prática

De acordo com o gestor de Inovação da Abadeus, Maicon Canever, o Jovens Talentos Trilhas Empreendedoras é um projeto com o objetivo de desenvolver as habilidades comportamentais dos adolescentes a partir dos 13 anos. A ideia é prepará-los com conhecimentos do comportamento empreendedor e tecnologias para o mundo do trabalho. Ou seja, os alunos aprendem na prática as responsabilidades de um empresário.

“Neste projeto, os jovens são desafiados a criarem soluções para os desafios do mundo. Seguindo uma metodologia de modelagem de startups, eles criam as propostas e apresentam no formato de pitch para os colegas e uma banca que avalia as melhores soluções”, explicou o gestor.

Preparação para o mercado

O curso atende jovens de 13 a 17 anos para ingressar no mercado de trabalho. Preparados para chegar nas empresas com um olhar diferenciado e entendendo os desafios de uma jornada profissional, o passo seguinte é o programa da ABADEUS Jovem Aprendiz. Para o professor Gabriel, as aulas são mais que necessárias.

“A importância do curso para os jovens é indiscutível. Além de proporcionar aos alunos habilidades práticas e teóricas essenciais para o mundo profissional, eles adquirem competências empreendedoras, aprendem a lidar com tecnologia, aprimoram habilidades de comunicação e fortalecem o trabalho em equipe”, frisou o professor.

As empresas Dexco, Corsul, Copaza, Bistek, Giassi Supermercados, Unimed, Esmalglass, BRDE e Camil, por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Fundo para a Infância e Adolescência, tornam a realização do projeto possível.

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Secovi Sul/SC projeta ano positivo nos segmentos de imóveis residenciais e comerciais

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O setor imobiliário no Sul de Santa Catarina deve continuar crescendo em 2024, impulsionado pelos imóveis residenciais e comerciais. Essa é a expectativa do Sindicato da Habitação no Sul do estado (Secovi Sul/SC), instituição que representa a cadeia do setor imobiliário e condominial na região.

Segundo o presidente do Secovi Sul/SC, Helmeson Machado, 2023 foi um ano em que o mercado se mostrou um pouco retraído. “O ano passado foi de muita incerteza no mercado imobiliário e no cenário econômico como um todo. Diante da expectativa de uma nova gestão nacional, e ainda saindo do período pandêmico, com alta taxa de juros e inflação assombrando novamente, o mercado seguiu a tendência natural e se mostrou tímido e quase retraído”, afirmou Machado.

No entanto, conforme explicou, o ano terminou com alta nas vendas de imóveis residenciais de cerca de 4%. “As reduções na taxa Selic e o cenário de controle da inflação, no segundo semestre, apontaram um viés positivo para o próximo período”, analisou Machado.

Para o presidente do sindicato patronal, a tendência do mercado de imóveis residenciais é continuar evoluindo, considerando a queda de juros e aumento da oferta de crédito. “O segmento também deve ser impulsionado pela boa demanda nas locações, que foram o carro chefe do mercado imobiliário nos últimos seis meses”, destacou.

Na mesma linha, a expectativa, pontuou ele, também é boa para o setor lojista. “Vislumbramos uma reação no curto prazo dos imóveis comerciais, pois isso está vinculado à oferta de capital de giro destinado ao varejo. Juros atrativos aqueceriam a economia e o consumo, trazendo de volta os planos de expansão das grandes redes e, consequentemente, do setor lojista como um todo”, disse Machado.

Para o proprietário e CEO da Imobiliária do Futuro (IDF) Imóveis, Rafael Canuto, Criciúma e região têm se destacado cada vez mais pelos aspectos econômicos e geográficos. “As pessoas estão descobrindo o quanto é interessante morar na região de Criciúma, estamos próximo à Serra do Rio do Rastro e ainda mais perto do mar. Além disso, elas vêm de outros estados em busca de qualidade de vida e principalmente de emprego”, opinou Canuto.

Na visão dele, a atenção no mercado de imóveis residenciais estará voltada para casas inteligentes e negociações do tipo “chave na mão”. “A tendência é de espaços menores e inteligentes, como em grandes centros, e da situação de chave na mão. Compradores querem se envolver cada vez menos com profissionais para colocar iluminação, mobiliário, climatização, dentre outros fatores, e preferem cada vez mais ter uma solução 100% pronta”, enfatizou.

Se o cenário desenhado para 2024 é bom, o ano também deve reservar desafios. “O principal deles é manter a economia nos rumos certos e os investidores otimistas, na tentativa de atingir um equilíbrio esperado pelo mercado entre o ciclo de produção e comercialização”, observou o presidente do Secovi Sul/SC, Helmeson Machado.

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