Variedades
Festival de Dança da Unesc vai reunir mais de 800 bailarinos a partir de sexta-feira em Criciúma
A partir de sexta-feira (04/11) a dança vai invadir a cidade de Criciúma e trazer toda a emoção de volta aos palcos com a apresentação de 100 coreografias nas categorias infanto-juvenil e sênior. É o 21º Unesc em Dança, que vem recheado de novidades, no evento que ocorre até domingo (6/11) no Teatro Municipal Elias Angeloni e na Universidade, com visitantes de várias cidades do estado de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul no Festival que é gratuito e aberto a toda a comunidade.
A iniciativa contará ainda com mais de 800 bailarinos, de 46 grupos de danças envolvidos, e com a contribuição de 60 coreógrafos. Para a reitora Luciane Bisognin Ceretta, isso é motivo de orgulho pela grandiosidade e relevância que tem para a Instituição, como formação de público e de profissionais da arte em específico na linguagem da dança.
“Isso é reflexo de um time que conduz uma proposta em uma Universidade que é de todos, que é da comunidade, que une ciência, ensino e pesquisa com arte, com a cultura, com a dança. O desenvolvimento de uma região também se analisa e se verifica quando os investimentos em cultura são realizados. Por isso, temos como eixo fundamental os investimentos nesta área”, comenta a reitora.
No primeiro dia de programação, o Unesc em Dança contará com Talk Show com convidados especiais que vão levar conhecimento e descontração aos participantes, a partir das 19h na Instituição. No sábado, às 19h, será a abertura oficial no Teatro. Oficinas também fazem parte do Festival. As apresentações de dança terão gêneros, como Ballet Clássico de Repertório, Ballet Clássico Livre, Dança Moderna e Contemporânea, Jazz, Danças Urbanas e Danças Populares.
Conforme a coordenadora do Setor Arte e Cultura da Unesc, Amalhene Baesso Reddig, o objetivo do evento é apresentar o panorama da dança, sob o aspecto não competitivo, buscando o aprimoramento técnico e artístico, garantindo o caráter didático pedagógico e contribuindo para o fortalecimento da linguagem da dança, formação de plateia e valorização da arte e da cultura.
“O Festival tem esse intuito de socializar os muitos trabalhos em dança desenvolvidos na região Sul e de outras regiões. Sabemos que muitos bailarinos e coreógrafos estão aguardando esse momento com muita intensidade para voltar a se apresentar. Optamos por continuar o Festival não competitivo, por acreditar e defender que todos podem qualificar cada vez mais suas propostas quando participam no grande palco e são observados por profissionais renomados que emitem pareceres descritivos”, enfatiza Amalhene.
Grupo de Sombrio participa há 14 anos do Festival
Participando há 14 anos, a Cia. De Dança Liberty, de Sombrio, está na expectativa para mais esta edição. “O evento é um dos maiores e mais importantes festivais de dança da nossa região, ele dá oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido pelos grupos, escolas e Cias, além de promover a troca de experiência entre os participantes”, enfatiza a coreógrafa Taiani Krás Borges.
Segundo ela, a vivência artística, o processo criativo, o entendimento de um espetáculo e a experiência de estar no palco de um teatro municipal são de extrema importância. “Para nós, coreógrafos, é a oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido, além de poder participar dos cursos, fornecidos gratuitamente aos participantes”, comenta ela.
O grupo vai apresentar quatro coreografias: A fazendinha da Jessie (baby); As diferenças que nos unem (Teen); Floresta Encantada (sênior); e Para não dizer que não falei das Flores (Teen).
Oficinas e apresentações
As oficinas e mostras serão realizadas no Teatro Municipal, no sábado e domingo. Para o produtor cultural da Unesc, Maxwell Sandeer Flôr, ao ser promovido por uma Universidade, o Unesc em Dança tem uma grande preocupação com a formação dos grupos de dança e a avaliação de áudios dos cinco jurados que serão entregues aos coreógrafos e bailarinos servirão para aprimorar seus trabalhos.
O Unesc em Dança é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocinadores das empresas Giassi Supermercados, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Anjo Tintas, SETEP Construções e Bistek Supermercados. A realização é da Unesc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.
Variedades
2º Festival Fumacense de Cerveja Artesanal é adiado em Morro da Fumaça
A segunda edição do Festival Fumacense de Cerveja Artesanal, que aconteceria neste sábado (19), foi adiada em razão da previsão de chuva. O evento será realizado em uma nova data, que será definida pelo Governo de Morro da Fumaça, de acordo com a disponibilidade das bandas e das cervejarias.
Segundo o coordenador do Departamento de Cultura e Turismo, Paulo Vitor Cechinel, a mudança busca garantir melhores condições para a realização da programação. “A previsão indica chuva para sábado e, por isso, decidimos adiar o evento. Queremos realizar o festival em uma data com condições melhores para que as pessoas possam aproveitar a programação com tranquilidade”, afirma.
O Festival Fumacense de Cerveja Artesanal é organizado pelo Governo Municipal e integra o calendário de eventos do VivaMF. A programação reúne cervejarias artesanais, atrações musicais e outras atividades para o público.
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CocalFest 2026 é lançada com grandes shows e programação para quatro dias em Cocal do Sul
A programação da XII CocalFest e da II Festa do Colono e do Caminhoneiro foi lançada oficialmente nesta terça-feira (1º), em Cocal do Sul.
O encontro reuniu profissionais da imprensa da região, autoridades, parceiros e representantes da organização para apresentar as atrações dos quatro dias de festa, marcada para 24 a 27 de setembro, no Centro de Eventos.
Os shows nacionais da banda Dazaranha, Lucas Lucco e Tchê Barbaridade serão os destaques e terão entrada gratuita. Durante a festa também será realizada uma ação beneficente, com o público convidado a levar um quilo de alimento não perecível.
O prefeito Ademir Magagnin agradeceu a presença dos jornalistas e ressaltou a importância da imprensa para ampliar o alcance da CocalFest e divulgar o município. “Sem vocês, certamente a CocalFest não teria o sucesso que tem. A imprensa leva a nossa história para toda a região e também ajudou Cocal do Sul a chegar ao patamar em que está hoje”, afirmou.
Magagnin lembrou ainda que a festa nasceu com a proposta de valorizar a história e as raízes do município.
“Cocal do Sul tem na essência a colonização italiana e polonesa e uma história muito bonita. A CocalFest é uma oportunidade de mostrar tudo isso e, ao mesmo tempo, oferecer diversão e alegria para uma população que trabalha muito”, completou.
A programação completa foi apresentada pelo secretário municipal de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer e presidente da Comissão Central Organizadora (CCO), Juarez Fogaça.
Ele falou sobre o crescimento da festa desde as primeiras edições e a integração com a Festa do Colono e do Caminhoneiro, realizada em conjunto pelo segundo ano.
“Cada edição foi crescendo em público e no envolvimento das entidades e associações. No ano passado tivemos recorde de público e estamos preparando novamente uma grande festa, valorizando a cultura, o turismo e as tradições do município”, afirmou Fogaça.
A vice-prefeita Roseny Cittadin também participou do lançamento e reforçou o convite para que moradores de Cocal do Sul e de toda a região participem da programação.
Além dos shows nacionais, os quatro dias terão gastronomia, Expoarte, Feira da Indústria, Comércio e Agricultura, Festival de Dança, Olimpíadas Coloniais, Maior Minestra, atrações culturais e musicais, atividades infantis e programação dedicada aos colonos e caminhoneiros.
A banda Dazaranha se apresenta na sexta-feira (25), às 23h. No sábado (26), feriado municipal pelos 35 anos de emancipação de Cocal do Sul, o cantor Lucas Lucco sobe ao palco às 23h30. No domingo (27), a banda Tchê Barbaridade se apresenta às 18h.
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Vítima de câncer, morre o artista plástico Gil Galant
Morreu neste domingo o artista plástico Gil Galant. Uma das figuras mais conhecidas do meio artístico da região, Gil tinha 63 anos e havia meses lutava contra um câncer agressivo, descoberto recentemente. O corpo de Galant será velado ao longo do dia no Crematório Millenium, em Içara.
Gil contava que seu encontro com a arte iniciou ainda na infância. Morador de um sítio e sem dinheiro, ele passou a construir seus próprios brinquedos. Mais tarde, já envolto na vida artística, participou do movimento hippie, vendendo seus artefatos em praça pública, trabalhou como joalheiro, trabalho que ainda executava. Mas seu coração sempre bateu mais forte pela escultura.
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