Economia
Fumacense Alimentos completa 51 anos com recordes históricos e planos de expansão
A Fumacense Alimentos chega aos seus 51 anos de história com muitos motivos para celebrar. Além do momento de expansão em que o negócio se encontra – uma vez que passou a fazer parte do grupo econômico EZOS desde outubro do ano passado –, a empresa ainda tem registrado recordes históricos: abril, por exemplo, foi o mês de maior faturamento de todas as suas mais de cinco décadas.
E os bons números não param por aí: somente nesses primeiros meses de 2021, a Fumacense já cresceu 19% acima do plano de orçamento estipulado para o ano, que já era superior aos resultados extremamente positivos obtidos em 2020.
Isso muito por conta do novo modelo de gestão implantado na empresa – que segue metas de crescimento elencadas em um planejamento estratégico corporativo –, aliado à força comercial de suas marcas existentes no mercado.
“Atualmente, a Fumacense Alimentos tem um novo direcionamento. Houve uma mudança de rumo que vem permitindo resultados diferentes do que se conseguia no passado, e isso é visto com muitos bons olhos. Até porque temos a preocupação em garantir que essa expansão seja sustentável, o que já tem se provado, uma vez que a empresa vem crescendo em números absolutos e, também, em números relativos”, avalia o CEO do Grupo EZOS, Jefferson Santos Ribeiro.
A chegada de novos profissionais para oxigenar o negócio também foi um dos pontos essenciais para a obtenção dos bons resultados. Até porque, conforme o diretor do Centro de Serviços Compartilhados (CSC) do Grupo EZOS, Ricardo Regado, todos tem mantido o foco total na execução das metas elencadas no planejamento estratégico.
“Ou seja, a empresa já definiu onde quer chegar e, agora, está no trilho certo. E ainda que estejamos vivendo momentos adversos, temos conseguido alcançar resultados, muito por conta da consistência desse caminho traçado”, completa Regado.
Novos planos
Os planos de expansão da empresa permeiam diversos setores do negócio, de acordo com o diretor de Operações da Fumacense Alimentos, Marcos Paulo Zavaneli. “Tais como projetos para atuar em todo o território nacional e até mesmo operar no mercado internacional; a aposta no incremento do mix de produtos; e a ampliação do quadro de vendas; entre várias outras ações”, elenca.
Para tanto, a marca Kiarroz, mais antiga da empresa, tem papel fundamental, não só no que diz respeito à base do histórico de sucesso do negócio, mas também para esses novos projetos.
“Sem dúvidas nos apoiaremos na história vitoriosa da Kiarroz para desbravar novos mercados, contando com a tradicional qualidade e confiança que a marca detém. Trabalhamos e continuaremos a trabalhar incansavelmente na manutenção, conquista e renovação dos nossos consumidores e clientes, buscando surpreendê-los positivamente com nossos atributos, visão empresarial e valores, e criando um cenário de confiança, transparência e respeito com o mercado e a sociedade”, acrescenta Zavaneli.
Novos mercados
Já com a RisoVita – linha de saudabilidade da Fumacense Alimentos –, a empresa avança em novos e grandes potenciais mercados. Durante muito tempo, segundo o gerente nacional comercial da RisoVita, Jorge Amaral, a marca foi olhada como um complemento na empresa, algo para se apostar apenas em um provável futuro promissor.
“Só que esse momento chegou, já no ano passado, com a implantação do grupo econômico. Isso permitiu com que a marca encontrasse sua alma, seu verdadeiro propósito. E, aos poucos, estamos fazendo com que se entenda que a RisoVita, mais do que uma indústria agregada, é um diferencial, porque vende saúde, uma pegada muito antenada com o mundo atual e com grande potencial de crescimento, principalmente com um grande projeto de atendimento ao canal B2B, ampliação na presença da marca no varejo nacional e até mesmo, futuramente, no âmbito do mercado internacional”, ressalta.
Neste cenário, em cinco anos, a meta da RisoVita é se tornar uma das cinco principais indústrias de produtos saudáveis, voltados para atender o consumidor com restrições alimentares. “Hoje sabemos exatamente quem somos e para onde queremos ir. Estamos bem estruturados e temos um time muito seleto de pessoas, que são especialistas dentro de suas áreas, já pensando no aumento no número de produtos e de mercados a serem atendidos”, finaliza Amaral.
Sobre a Fumacense Alimentos
Referência nacional na produção de arroz e produtos feitos à base desse cereal, a Fumacense Alimentos possui as marcas Kiarroz, RisoVita e Kifeijão, além da Campeiro, Vilarroz e da linha Boby, a última voltada para alimentação de animais.
Fundada em 1970, sua matriz está localizada em Morro da Fumaça, no Sul catarinense. A empresa possui, ainda, outras duas plantas produtivas, uma em Alegrete/RS e outra em Pombos/PE.
Juntamente com a JS Empreendimentos, Criciúma Shopping e Mark At Place, a Fumacense Alimentos faz parte do grupo econômico EZOS, lançado em outubro de 2020 com um sistema de gestão inovador, por conta da criação do primeiro Centro de Serviços Compartilhados do Sul catarinense.
Economia
SATC lança programa para conectar empresas e startups em busca de soluções inovadoras
Criciúma Open Challenge Day vai transformar desafios reais de empresas em projetos-piloto com apoio da FAPESC e do Sebrae/SC
Empresas de Criciúma e região que enfrentam desafios e buscam novas tecnologias terão uma nova ferramenta para encontrar soluções. A SATC, com apoio da FAPESC e do Sebrae/SC, lança o Criciúma Open Challenge Day, programa de inovação aberta que conecta empresas, startups e negócios inovadores para transformar problemas reais em projetos-piloto.
A proposta é permitir que as empresas apresentem desafios específicos ao mercado, definindo desde o início o escopo do problema, o prazo e o valor disponível para a realização de uma prova de conceito (PoC).
A partir do desafio cadastrado, startups e empresas que possuem soluções alinhadas poderão demonstrar interesse e apresentar propostas. As alternativas passam por uma seleção até chegar ao encontro entre os potenciais parceiros.
Para o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha, o modelo amplia as possibilidades para organizações que precisam inovar, mas nem sempre encontram internamente as competências necessárias.
“A inovação aberta parte justamente da ideia de que a empresa não precisa encontrar todas as respostas dentro de casa. Ao abrir um desafio para o ecossistema, ela consegue acessar diferentes competências, tecnologias e modelos de solução”, explica.
Como funciona o Criciúma Open Challenge Day
O programa foi estruturado em cinco etapas, que começam com a identificação do problema e podem terminar com a solução sendo testada no ambiente real da empresa.
1. Cadastro do desafio: a empresa apresenta o problema, o escopo, o prazo e o valor destinado à prova de conceito.
2. Apresentação das soluções: startups e empresas com tecnologias ou modelos de negócio relacionados ao desafio demonstram interesse e encaminham seus pitches.
3. Seleção: as propostas recebidas são avaliadas para identificar as soluções mais adequadas.
4. Matchmaking: durante o evento presencial, empresas e potenciais fornecedores se encontram para conhecer as propostas e avançar nas negociações.
5. Projeto-piloto: após a contratação, a solução é testada em ambiente real, com acompanhamento e suporte das entidades envolvidas.
Segundo a gerente de Consultorias e PD&I do Centro Tecnológico SATC, Pâmela Milak, o objetivo é aproximar uma necessidade concreta das empresas das competências disponíveis no ecossistema de inovação.
“A ideia é aproximar empresas, profissionais e conhecimento de uma forma muito objetiva. Existe um desafio real, existe uma solução que precisa ser validada e existe um ambiente preparado para que essa conexão aconteça”, afirma.
Evento reúne instituições do ecossistema de inovação
O Criciúma Open Challenge Day reúne 11 instituições do ecossistema local de inovação, com a proposta de estimular a cooperação e contribuir para o desenvolvimento econômico das empresas da região.
A programação terá dois momentos principais.
O evento de lançamento será realizado no dia 1º de outubro, às 8h30, no Centro de Inovação de Criciúma (CRIO). As inscrições já estão abertas.
Já o evento de conexão, que promoverá o encontro entre empresas e potenciais solucionadores, está marcado para 12 de novembro, às 8h30, no Centro Tecnológico SATC.
Empresas interessadas em cadastrar desafios e startups ou negócios que tenham soluções inovadoras podem participar por meio da plataforma do programa.
Economia
JBS e Seara fazem entrevistas para contratação no Sul de SC
Seleção presencial ocorre na próxima terça-feira (8), em Balneário Gaivota, para vagas nas unidades de Forquilhinha e Nova Veneza
Quem está em busca de uma oportunidade de trabalho terá uma nova possibilidade de contratação na próxima terça-feira (8), em Balneário Gaivota. A JBS e a Seara realizarão entrevistas presenciais para selecionar trabalhadores para as unidades das empresas em Forquilhinha e Nova Veneza.
O atendimento começa às 9h, na sede da Prefeitura de Balneário Gaivota, localizada na Avenida Guanabara, 452, no Centro, junto ao SINE.
Para participar da seleção, os candidatos devem comparecer ao local munidos de um documento de identificação. São aceitos documentos como RG ou Registro Nacional Migratório (RNM).
Vagas também são destinadas a PcD
Além da remuneração, as oportunidades contam com um pacote de benefícios oferecido pelas empresas. Entre eles estão vale-alimentação ou cesta básica de R$ 360, transporte fretado ou vale-transporte, restaurante gratuito no local de trabalho, plano odontológico, seguro de vida e participação nos resultados (PPR).
Também fazem parte da relação de benefícios o Gympass e o auxílio-creche.
As oportunidades estão abertas também para pessoas com deficiência (PcD).
Como participar
Os interessados podem buscar informações sobre as oportunidades e o processo seletivo pelo portal de recrutamento do Grupo JBS ou pelo WhatsApp disponibilizado para atendimento aos candidatos.
A orientação é que os candidatos interessados compareçam à seleção no horário indicado e levem um documento de identificação.
Serviço
O que: entrevistas para contratação JBS e Seara
Quando: terça-feira (8), a partir das 9h
Onde: Prefeitura de Balneário Gaivota – Avenida Guanabara, 452, Centro
Local: junto ao SINE
Unidades: Forquilhinha e Nova Veneza
Informações: grupojbs.gupy.io | WhatsApp (48) 9 9168-3371
Economia
Salário mínimo deve chegar a R$ 1.741 em 2027, prevê Orçamento
Projeto enviado ao Congresso nesta segunda-feira (31) estima inflação de 3,6%, crescimento de 2,46% do PIB e superávit primário de R$ 18,6 bilhões
O salário mínimo poderá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, conforme a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) apresentada pelo Governo Federal ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31).
O texto foi encaminhado no último dia do prazo constitucional para envio do projeto ao Legislativo e estabelece as principais estimativas para as contas públicas do próximo ano. Entre as projeções estão inflação de 3,6% e crescimento de 2,46% do Produto Interno Bruto (PIB).
Caso a previsão para o salário mínimo seja confirmada, o reajuste será de R$ 120, equivalente a aproximadamente 7,4% sobre o valor atual. Pela estimativa apresentada no projeto, o aumento ficaria cerca de 2,3 pontos percentuais acima da inflação projetada para este ano.
Projeções para a economia
Além do salário mínimo, a proposta apresentada pelo Executivo reúne as estimativas utilizadas para calcular as receitas e despesas do governo federal em 2027.
O documento trabalha com uma taxa básica de juros (Selic) média de 12,53% e prevê o dólar com cotação média de R$ 5,22 ao longo do próximo ano.
Para o resultado das contas públicas, a previsão é de um superávit primário de R$ 18,6 bilhões, o equivalente a pouco mais de 0,1% do PIB.
O resultado primário considera a diferença entre as receitas e as despesas do governo, sem incluir os gastos com juros da dívida pública.
Proposta ainda precisa passar pelo Congresso
A LOA estabelece quanto o governo federal pretende arrecadar e como os recursos públicos deverão ser distribuídos entre as diferentes áreas da administração.
Pela Constituição Federal, o Executivo precisa encaminhar a proposta ao Congresso até 31 de agosto. Depois de analisado e votado pelo Legislativo, o Orçamento segue para sanção presidencial.
O projeto de 2027 será inicialmente examinado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Na sequência, será submetido à votação do Congresso Nacional e, caso aprovado, encaminhado para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
LDO ainda precisa ser votada
Antes da análise definitiva do Orçamento, o Congresso também precisa concluir a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece parâmetros para a elaboração e execução da LOA.
O projeto da LDO de 2027 tramita no Congresso por meio do PLN 2/2026. A votação deveria ter ocorrido até 17 de julho, mas não foi concluída.
Com o atraso, a expectativa é de que a matéria seja analisada durante o segundo semestre, antes da conclusão do processo orçamentário de 2027.
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