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Legislativo promove homenagem aos 55 anos da Unesc

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O palco do encontro dos vereadores que integram o Legislativo de Criciúma foi diferente nesta quarta-feira (19/04). A sessão da Câmara Municipal ganhou pompas especiais para a homenagem da Casa à Unesc. O evento, realizado no Auditório Ruy Hülse, na Universidade, marcou a reverência aos 55 anos da Unesc. Sob proposição do vereador Nícola Martins, a homenagem foi aprovada por unanimidade.

Diante do olhar atento da plateia que lotou o auditório, o presidente da Câmara, Salésio Lima, conduziu a cerimônia especial com a presença dos vereadores que compõem o Legislativo. Prestigiado, o evento contou com a participação do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, de lideranças da Universidade, comunidade acadêmica, autoridades regionais das mais diversas áreas e com a presença de honra do ex-vereador João Aderbal Agostinho da Silva, integrante do grupo que aprovou por unanimidade a Lei 697, que instituiu a Fundação Educacional de Criciúma (Fucri).

Receber o reconhecimento do Legislativo criciumense, para a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, é uma especial alegria. “O que celebramos hoje é o movimento de pessoas envolvidas por uma causa nobre. Isso nos emociona. Nosso compromisso é com aqueles que estão na Unesc, aqueles que virão, mas também em honrar aqueles que abriram os caminhos lá atrás para que pudéssemos estar aqui hoje transformando vidas e vislumbrando um futuro ainda melhor”.

“Hoje se formos descrever a nossa Unesc em números, aquela mesma Universidade que nasceu com quatro ou cinco blocos e poucos cursos, percebemos a dimensão que tomou. Temos atualmente 15.513 alunos do Ensino Fundamental ao Pós-doutorado. Ela se tornou essa potência que ultrapassa todas as fronteiras”, acrescentou, lançando ainda dezenas de dados que demonstram a importância da Universidade nos mais diversos segmentos da sociedade não só em Criciúma, mas em todo o Sul, estado, país e até fora dele.

O proponente da homenagem em seu discurso fez questão de enaltecer o trabalho dos vereadores que, à época da criação da Fucri, apoiaram a ideia, assinaram a lei e iniciaram a trajetória que hoje faz a diferença na vida de milhares de pessoas. Nícola citou os então vereadores in memorian Algemiro Manique Barreto, Damázio Reis, Elpídio Meis, Fidelis Back, Fidelis Barato, João Sonego, Lírio Rosso, Nicolau Destri Napoleão e Wilmar Zózimo Peixoto e, de forma muito especial, os dois então vereadores que seguem compartilhando suas histórias: João Aderbal Agostinho da Silva, presente na sessão, e Archimedes Naspolini Filho, além do visionário prefeito Ruy Hulse.

“Reconhecendo a importância destes que cumpriram seus papeis de legisladores e vislumbraram a necessidade da criação de uma instituição de ensino na cidade, celebramos os 55 anos do principal instrumento de transformação de Criciúma e região. A Unesc transformou e transforma Criciúma. É impossível imaginar a cidade sem ela. Tenho orgulho de propor essa sessão de homenagem à mais importante instituição de ensino do sul de Santa Catarina, à mais importante parceira do Município, à nossa comunitária Unesc, a qual precisamos defender, zelar e valorizar”, salientou.

Para o presidente da Câmara, Salésio Lima, a homenagem representa um justo reconhecimento por toda a trajetória construída nestes 55 anos de intenso trabalho, sempre acompanhados pelo Legislativo. “A Câmara trabalha para que os cidadãos tenham melhor qualidade de vida e a Unesc colabora muito nessa causa. Os benefícios do trabalho realizado nessa instituição ultrapassam muito os muros do campus”, salientou.

“Apesar de plural, a Unesc tem em comum o espírito comunitário que faz com que as pessoas se unam e façam a diferença em toda a região e em toda Santa Catarina. Hoje essa Sessão Especial parabeniza a Unesc pelos 55 anos de trabalho, dedicação e muito empenho daqueles que estiveram à frente da Universidade e destaca que a câmara reconhece este valor e sempre estará de portas abertas para o que diz respeito à nossa Universidade”, acrescentou ainda.

Conforme o prefeito de Criciúma, muito mais que prestar homenagem e entregar placas comemorativas, o momento convoca a renovação do compromisso com a Universidade. “A Unesc faz parte da vida de cada um de nós. Por onde você vai encontra profissionais que falam com orgulho que vieram da Instituição. Diante disso, nosso compromisso é de dar também o melhor aos nossos cidadãos, tendo como grande parceira a Universidade, para, quem sabe, daqui estes mesmos 55 anos, olharmos para traz e vermos a contribuição à história dessa grande Instituição que muito nos orgulha”, defendeu.

Emoção de quem relembra o início da trajetória

João Aderbal Agostinho da Silva, aos 83 anos, ocupou espaço de honra na solenidade e demonstrou sua emoção pelo reconhecimento. “Só quem viveu de perto sabe a emoção de estar aqui. Vamos lutar para o bem de Criciúma sempre que for oportuno. E Criciúma, por meio da Universidade, dá exemplo ao Brasil, muito bem administrada e conduzida”, destacou em seu discurso emocionado no qual relembrou ainda a reunião realizada no Colégio São Bento em que, na posição de vice-presidente da Câmara, assinou ao lado do prefeito Ruy Hülse o documento que formalizava os trâmites para criação da Fucri.

Para o ex-diretor da Fundação, Rodeval José Alves, é difícil colocar em palavras o sentimento ao ser reconhecido pela participação na história da Unesc, recebendo uma placa em nome da Universidade. “Realmente não há palavras para demonstrar e, como disse João Aderbal, são muitas emoções. Nós, que há 55 anos começamos tudo isso, nos emocionamos e torcemos sempre e queremos que a nossa Universidade cresça cada vez mais”, enfatizou.

A Sessão Especial foi transmitida pelo Youtube nos canais da Câmara de Vereadores e da Unesc TV.

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UniSATC recebe 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia

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O Centro Universitário SATC (UniSATC) será palco do 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia (ALCAR Sul). O evento ocorre nos dias 21 e 22 de setembro e reúne pesquisadores, acadêmicos, professores e profissionais da área da Comunicação. Neste ano, o tema central do evento é ‘Comunicação, territórios e disputas narrativas: a mídia local como palco de identidades, resistências e conflitos históricos’.

O encontro propõe uma reflexão sobre como os discursos midiáticos se relacionam historicamente com os lugares onde são produzidos e circulam. A programação inclui oficinas, mesa-redonda, palestra, sessões de Grupos de Trabalho (GTs) e momentos de troca entre os participantes.

Para a coordenadora do curso de Jornalismo da UniSATC e uma das organizadoras do evento, Marli Vitali, a programação também contribui para aproximar a formação acadêmica dos debates que atravessam o exercício profissional.

“A história da mídia não deve ser compreendida apenas como um olhar para aquilo que já aconteceu. Ela ajuda a entender como práticas, linguagens, escolhas e formas de narrar foram construídas ao longo do tempo e ainda influenciam a comunicação que produzimos hoje. Para os estudantes, o contato com diferentes pesquisas e perspectivas amplia a compreensão sobre esse campo e permite perceber como essas transformações estão relacionadas à sociedade e aos territórios em que vivemos”, afirma.

Programação

No dia 21 de setembro, o credenciamento começa às 13h30, seguido pelas oficinas, às 14h. Às 16h30, ocorre uma mesa-redonda com as professoras Maria Berenice Machado, Claudia Peixoto de Moura e Valci Zucolotto, presidenta da ALCAR. A mediação será da professora Claudia Nandi Formentin.

A abertura oficial está marcada para as 19h, seguida, às 19h40, pela palestra com o professor Juremir Machado da Silva.

No dia 22, as atividades começam às 9h, com as sessões dos Grupos de Trabalho. O encerramento do encontro está previsto para as 12h. A programação favorece a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, conectando a produção acadêmica às questões que envolvem a comunicação nos territórios.

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Clubes de Mães promovem atividade de autovalorização em Morro da Fumaça

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Os Clubes de Mães de Morro da Fumaça, em parceria com o projeto Mente Livre, realizaram uma atividade voltada à autovalorização e à reflexão sobre a própria história. A proposta convidou as participantes a reservar um momento para olhar para si mesmas, reconhecer suas qualidades e valorizar as experiências que fazem parte de suas trajetórias.

Cada participante recebeu uma folha com mais de 25 frases de afirmação, como “Eu sou feliz!”, “Eu sou amada!”, “Eu sou incrível!”, “Eu sou forte!” e “Eu sou merecedora!”. A partir dessas mensagens, cada uma pôde personalizar a atividade de acordo com a própria história.

A proposta também resultou em momentos de reflexão sobre conquistas e lembranças que possuem significado para cada participante. Para Adriana da Rosa Alves, do Clube de Mães Mãos de Fada, do bairro Vila Rica, a atividade permitiu revisitar momentos importantes de sua vida.

“Foi muito gratificante, porque, às vezes, a gente não consegue analisar a própria vida com calma, nem pensar em tudo o que faz parte da nossa história. Com essa atividade, eu consegui olhar para a minha vida desde a época do meu casamento, há 26 anos, até hoje. Então, eu trouxe para o quadro tudo aquilo que faz parte da minha história e que é importante para mim. Coloquei meus filhos, meu casamento, os primeiros desenhos que eles fizeram, meus pais e meus irmãos. Cada detalhe representa um momento, uma pessoa ou algo que tem um significado muito especial na minha vida”, relata.

A primeira-dama Roberta Ghise Inocêncio ressalta que iniciativas como essa criam uma oportunidade para as mulheres olharem para si com mais carinho. “Na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos o quanto somos fortes, importantes e capazes. Essa atividade trouxe um momento para cada mulher olhar para a própria história, reconhecer tudo o que já viveu e perceber o quanto há de valor em sua caminhada. É importante também lembrar de cuidar de si e reconhecer as próprias conquistas”, afirma.

Já a vice-dama Rozi Pellegrin destaca a forma como as participantes abraçaram a proposta. “Foi muito bonito ver a participação de cada uma. Todas tiveram liberdade para colocar sua personalidade na atividade, escolher o que fazia sentido para sua história e compartilhar um pouco de si. O resultado mostra como um momento simples pode despertar lembranças, emoções e, principalmente, o reconhecimento do próprio valor”, pontua.

Encontros motivacionais 

As produções que mais se destacaram entre os Clubes de Mães foram selecionadas para participar de três encontros motivacionais. O primeiro ocorreu nesta segunda-feira (14), no Salão de Atos Octávio Naspolini, com um momento especial de troca, reflexão e valorização entre as participantes.

“Essa iniciativa surgiu a partir da ideia de trabalhar um pouco mais a positividade e valorizar as coisas boas. Foi assim que surgiu o quadro ‘Eu Sou’. Começamos com as monitoras e todo mundo gostou muito da proposta, então decidimos levar a ideia para todos os grupos. Imprimimos as folhas, disponibilizamos os materiais e cada uma teve a liberdade de decorar e personalizar o próprio trabalho. Foi uma atividade simples, mas que trouxe um momento muito especial de reflexão e valorização”, explica a responsável pelo projeto Mente Livre, Margarete Ricken.

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Educação Financeira estimula planejamento entre alunos do 2º ano do Colégio SATC

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Aprender sobre dinheiro também faz parte da formação para a vida. No Colégio SATC, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais participam de um projeto de Educação Financeira que apresenta conceitos como consumo consciente, organização e a importância de guardar recursos para o futuro. A proposta integra as atividades desenvolvidas em sala de aula e busca transformar situações do cotidiano em oportunidades de aprendizagem. O trabalho está relacionado ao projeto literário desenvolvido pelas turmas, que aborda a temática financeira por meio de histórias e atividades práticas.

A partir das propostas, os estudantes são incentivados a refletir sobre a diferença entre aquilo que querem e o que realmente precisam, além de compreender que algumas escolhas exigem planejamento. “Nosso projeto literário trabalha um pouco essa questão da Educação Financeira para as crianças entenderem o valor do que eu quero e do que eu desejo. Será que realmente preciso comprar o que desejo? A proposta veio contribuir com esse trabalho para que também possam entender o valor de guardar um pouquinho para o futuro”, destaca, a professora do 2º ano A, Deisi Leandro.

Entre as atividades está a construção de cofrinhos, que permite aos alunos relacionarem o conteúdo trabalhado com uma experiência concreta. A temática também dialoga com o projeto literário desenvolvido pelas turmas, que inclui a história ‘Os Três Cofrinhos e o Lobo’.

Além das atividades realizadas pelas professoras, os estudantes tiveram contato com uma profissional que atua diretamente na área de Educação Financeira.

Para os alunos, a proposta também ajuda a compreender situações que fazem parte da rotina. A estudante Luiza Scarduelli Roque, do 2º ano A, percebeu a importância de reservar dinheiro para situações futuras. “Às vezes, ano que vem ou outro dia, nós temos que usar urgentemente o dinheiro. Então, temos que guardar para esses momentos”, comenta.

Despertar para as finanças

A mentora financeira e empresária, Juliana Lara Goulart, apresentou às turmas um exemplar de seu livro infantil sobre o assunto e levou a proposta para os alunos.

“A ideia é que a Educação Financeira chegue ao maior número de pessoas possível e, quanto antes chegar, melhor. Para mim, estar aqui falando com crianças é uma oportunidade importante para inserir esse conhecimento desde cedo”, explica Juliana.

A profissional destaca ainda que o contato com o tema durante a infância pode contribuir para que os estudantes desenvolvam, ao longo da vida, uma relação mais consciente com o dinheiro. O aprendizado também pode ultrapassar o ambiente escolar, já que as atividades propostas envolvem a participação dos pais.

“O livro tem atividades para as crianças fazerem com os pais, justamente para despertar esse interesse. Quando falamos sobre guardar dinheiro, algumas coisas ainda são muito precoces para eles, mas pode surgir o interesse de fazer perguntas aos pais. Assim, o conhecimento não fica somente aqui, mas também chega às casas e às famílias”, acrescenta a profissional.

Para a professora do 2º ano C, Rosangela Vieira, trazer esse conhecimento para dentro da escola amplia as possibilidades de aprendizagem. “Trabalhamos diariamente com esse tema e acreditamos ser importante trazer alguém com um conhecimento mais específico para trabalhar com os alunos. Esse momento tornou a experiência mais interessante e completa aquilo que já estamos desenvolvendo em sala de aula”, afirma.

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