Geral
Prova do Prêmio Acic de Língua Portuguesa gera expectativa em escolas e alunos
A primeira prova do projeto piloto do Prêmio Acic de Língua Portuguesa gerou grande expectativa nas escolas e nos estudantes. A aplicação da prova foi realizada durante todo o dia dessa segunda-feira, 5, em 29 unidades escolares da rede municipal de Criciúma, totalizando quase 1,6 mil estudantes dos sextos anos envolvidos.
“Fiquei muito animado em fazer a primeira prova. Acho que é uma ótima oportunidade para mostrarmos os conteúdos que aprendemos ao longo do ano, além de uma forma de nos desafiarmos. A prova foi uma maneira de mostrar do que somos capazes de fazer. Estou muito animado e ansioso pelos resultados. Agradeço à Acic por essa oportunidade”, conta o estudante Jonatas Augusta, de 11 anos, da Escola Municipal Judite Duarte De Oliveira.
Já o aluno Arthur Espíndola, de 12 anos, da Escola Padre Paulo Petruzzellis, diz que se sente muito confiante em avançar para a segunda etapa da premiação. “Achei que o grau de dificuldade da prova foi mediano. Algumas questões considerei mais fáceis, enquanto outras apresentaram mais desafios. Eu acho que me saí bem e tenho boas chances de passar para a próxima fase”, espera.
A prova conteve 20 questões de múltipla escolha e, para a elaboração, a equipe técnica se baseia nas competências estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na área de Língua Portuguesa.
Oportunidade
“O Prêmio Acic de Língua Portuguesa é uma iniciativa que traz um novo ânimo aos alunos dos sextos anos da rede municipal de Educação de Criciúma. Participar de um prêmio como esse não só motiva os estudantes a se dedicarem mais aos estudos, mas também lhes oferece uma oportunidade de mostrar suas habilidades e talentos”, destaca Francielma Souza Santana, professora de Língua Portuguesa da Escola Municipal Judite Duarte de Oliveira.
“Nossa cidade merece essa atenção especial à área da Língua Portuguesa. Estamos certos de que esse prêmio contribuirá significativamente para o fortalecimento do componente curricular e para o desenvolvimento dos nossos alunos”, conclui a educadora.
A diretora da escola, Scheila da Rosa Rocha Serafim, também ressalta a importância da iniciativa. “Estamos muito entusiasmados com o prêmio como projeto piloto na rede pública municipal de ensino de Criciúma. Acreditamos que o prêmio é um grande incentivo à leitura e à interpretação de textos. Agradecemos à Acic pela iniciativa e estamos ansiosos para ver os resultados que o prêmio trará para as escolas da nossa cidade”, pontua.
“É um reconhecimento do nosso trabalho realizado em sala de aula e um incentivo para que os estudantes continuem se esforçando, assim como para os professores. Além disso, mostra para a comunidade escolar o valor do empenho tanto dos alunos quanto dos profissionais da educação”, reitera Regina Daniel, professora de Língua Portuguesa da Escola Padre Paulo Petruzzellis.
Iniciativa é reconhecida pelo Município
“Recebemos a realização do prêmio de forma muito positiva. A premiação contribui significativamente para a aprendizagem da Língua Portuguesa, oferecendo uma excelente oportunidade para os nossos estudantes”, destaca Bruna Vignali Ramos, gestora da Escola Padre Paulo Petruzzellis.
A coordenadora de Língua Portuguesa da rede municipal de ensino de Criciúma, Cristiane Gonçalves Dagostim, enfatiza a importância desse apoio da entidade empresarial para o ensino da Língua Portuguesa.
“A realização da prova representa um marco significativo para celebrar o estudo da Língua Portuguesa e da linguagem. Para a Administração Municipal de Criciúma, aplicar a primeira prova é um motivo de orgulho. Agradecemos imensamente à Acic por apoiar esse sonho da rede municipal de ensino e proporcionar aos nossos estudantes essa oportunidade”, afirma.
Avaliação da prova
“O 1° Prêmio Acic de Língua Portuguesa, sendo um projeto pioneiro, registra um marco importante na área da educação de Criciúma. Com a participação de todas as escolas inscritas, avaliamos positivamente essa primeira fase. A ansiedade era expressa na fala dos estudantes, mas confiantes na classificação para a segunda fase”, avalia a coordenadora do Prêmio Acic de Matemática e de Língua Portuguesa, professora Marlene Pires.
“Para contribuir ainda mais com a qualidade do ensino, especialmente em uma área extremamente relevante para o desenvolvimento humano, a entidade lançou este ano a primeira edição do Prêmio Acic de Língua Portuguesa. Nosso intuito é estimular e promover um movimento nas escolas de valorização da leitura, da escrita e da comunicação, aspectos essenciais para o desenvolvimento intelectual e cognitivo dos estudantes, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem”, enaltece o presidente da Acic, Valcir José Zanette.
Primeira prova do Prêmio Acic de Matemática
acontece nesta quinta-feira
Já nesta quinta-feira, 8, acontecem as provas da oitava edição do Prêmio Acic de Matemática, envolvendo 12 municípios: Balneário Rincão, Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Morro da Fumaça, Maracajá, Nova Veneza, Orleans, Siderópolis, Treviso e Urussanga. Está prevista a participação de 22,5 mil alunos do quinto ao nono ano de 141 escolas municipais e estaduais dessas cidades.
Classificação para a segunda fase
A divulgação dos classificados do Prêmio Acic Língua Portuguesa para a segunda etapa está programada para 23 de agosto. Já a aplicação da segunda prova está programada para o dia 10 de setembro, na sede da Acic. Os resultados dos classificados para a segunda etapa de Matemática serão divulgados no dia 11 de setembro. Os estudantes farão a segunda prova no dia 21 de setembro, nas dependências da Acic.
Premiação
Os estudantes finalistas dos prêmios receberão medalhas de ouro, prata e bronze e mais certificados. As escolas e professores também receberão certificados de Honra ao Mérito. Os eventos de premiação estão previstos para 5 de novembro, de Língua Portuguesa, e para 19 de novembro, de Matemática, na Acic.
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UniSATC recebe 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia
O Centro Universitário SATC (UniSATC) será palco do 10º Encontro Regional Sul de História da Mídia (ALCAR Sul). O evento ocorre nos dias 21 e 22 de setembro e reúne pesquisadores, acadêmicos, professores e profissionais da área da Comunicação. Neste ano, o tema central do evento é ‘Comunicação, territórios e disputas narrativas: a mídia local como palco de identidades, resistências e conflitos históricos’.
O encontro propõe uma reflexão sobre como os discursos midiáticos se relacionam historicamente com os lugares onde são produzidos e circulam. A programação inclui oficinas, mesa-redonda, palestra, sessões de Grupos de Trabalho (GTs) e momentos de troca entre os participantes.
Para a coordenadora do curso de Jornalismo da UniSATC e uma das organizadoras do evento, Marli Vitali, a programação também contribui para aproximar a formação acadêmica dos debates que atravessam o exercício profissional.
“A história da mídia não deve ser compreendida apenas como um olhar para aquilo que já aconteceu. Ela ajuda a entender como práticas, linguagens, escolhas e formas de narrar foram construídas ao longo do tempo e ainda influenciam a comunicação que produzimos hoje. Para os estudantes, o contato com diferentes pesquisas e perspectivas amplia a compreensão sobre esse campo e permite perceber como essas transformações estão relacionadas à sociedade e aos territórios em que vivemos”, afirma.
Programação
No dia 21 de setembro, o credenciamento começa às 13h30, seguido pelas oficinas, às 14h. Às 16h30, ocorre uma mesa-redonda com as professoras Maria Berenice Machado, Claudia Peixoto de Moura e Valci Zucolotto, presidenta da ALCAR. A mediação será da professora Claudia Nandi Formentin.
A abertura oficial está marcada para as 19h, seguida, às 19h40, pela palestra com o professor Juremir Machado da Silva.
No dia 22, as atividades começam às 9h, com as sessões dos Grupos de Trabalho. O encerramento do encontro está previsto para as 12h. A programação favorece a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, conectando a produção acadêmica às questões que envolvem a comunicação nos territórios.
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Clubes de Mães promovem atividade de autovalorização em Morro da Fumaça
Os Clubes de Mães de Morro da Fumaça, em parceria com o projeto Mente Livre, realizaram uma atividade voltada à autovalorização e à reflexão sobre a própria história. A proposta convidou as participantes a reservar um momento para olhar para si mesmas, reconhecer suas qualidades e valorizar as experiências que fazem parte de suas trajetórias.
Cada participante recebeu uma folha com mais de 25 frases de afirmação, como “Eu sou feliz!”, “Eu sou amada!”, “Eu sou incrível!”, “Eu sou forte!” e “Eu sou merecedora!”. A partir dessas mensagens, cada uma pôde personalizar a atividade de acordo com a própria história.
A proposta também resultou em momentos de reflexão sobre conquistas e lembranças que possuem significado para cada participante. Para Adriana da Rosa Alves, do Clube de Mães Mãos de Fada, do bairro Vila Rica, a atividade permitiu revisitar momentos importantes de sua vida.
“Foi muito gratificante, porque, às vezes, a gente não consegue analisar a própria vida com calma, nem pensar em tudo o que faz parte da nossa história. Com essa atividade, eu consegui olhar para a minha vida desde a época do meu casamento, há 26 anos, até hoje. Então, eu trouxe para o quadro tudo aquilo que faz parte da minha história e que é importante para mim. Coloquei meus filhos, meu casamento, os primeiros desenhos que eles fizeram, meus pais e meus irmãos. Cada detalhe representa um momento, uma pessoa ou algo que tem um significado muito especial na minha vida”, relata.
A primeira-dama Roberta Ghise Inocêncio ressalta que iniciativas como essa criam uma oportunidade para as mulheres olharem para si com mais carinho. “Na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos o quanto somos fortes, importantes e capazes. Essa atividade trouxe um momento para cada mulher olhar para a própria história, reconhecer tudo o que já viveu e perceber o quanto há de valor em sua caminhada. É importante também lembrar de cuidar de si e reconhecer as próprias conquistas”, afirma.
Já a vice-dama Rozi Pellegrin destaca a forma como as participantes abraçaram a proposta. “Foi muito bonito ver a participação de cada uma. Todas tiveram liberdade para colocar sua personalidade na atividade, escolher o que fazia sentido para sua história e compartilhar um pouco de si. O resultado mostra como um momento simples pode despertar lembranças, emoções e, principalmente, o reconhecimento do próprio valor”, pontua.
Encontros motivacionais
As produções que mais se destacaram entre os Clubes de Mães foram selecionadas para participar de três encontros motivacionais. O primeiro ocorreu nesta segunda-feira (14), no Salão de Atos Octávio Naspolini, com um momento especial de troca, reflexão e valorização entre as participantes.
“Essa iniciativa surgiu a partir da ideia de trabalhar um pouco mais a positividade e valorizar as coisas boas. Foi assim que surgiu o quadro ‘Eu Sou’. Começamos com as monitoras e todo mundo gostou muito da proposta, então decidimos levar a ideia para todos os grupos. Imprimimos as folhas, disponibilizamos os materiais e cada uma teve a liberdade de decorar e personalizar o próprio trabalho. Foi uma atividade simples, mas que trouxe um momento muito especial de reflexão e valorização”, explica a responsável pelo projeto Mente Livre, Margarete Ricken.
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Educação Financeira estimula planejamento entre alunos do 2º ano do Colégio SATC
Aprender sobre dinheiro também faz parte da formação para a vida. No Colégio SATC, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais participam de um projeto de Educação Financeira que apresenta conceitos como consumo consciente, organização e a importância de guardar recursos para o futuro. A proposta integra as atividades desenvolvidas em sala de aula e busca transformar situações do cotidiano em oportunidades de aprendizagem. O trabalho está relacionado ao projeto literário desenvolvido pelas turmas, que aborda a temática financeira por meio de histórias e atividades práticas.
A partir das propostas, os estudantes são incentivados a refletir sobre a diferença entre aquilo que querem e o que realmente precisam, além de compreender que algumas escolhas exigem planejamento. “Nosso projeto literário trabalha um pouco essa questão da Educação Financeira para as crianças entenderem o valor do que eu quero e do que eu desejo. Será que realmente preciso comprar o que desejo? A proposta veio contribuir com esse trabalho para que também possam entender o valor de guardar um pouquinho para o futuro”, destaca, a professora do 2º ano A, Deisi Leandro.
Entre as atividades está a construção de cofrinhos, que permite aos alunos relacionarem o conteúdo trabalhado com uma experiência concreta. A temática também dialoga com o projeto literário desenvolvido pelas turmas, que inclui a história ‘Os Três Cofrinhos e o Lobo’.
Além das atividades realizadas pelas professoras, os estudantes tiveram contato com uma profissional que atua diretamente na área de Educação Financeira.
Para os alunos, a proposta também ajuda a compreender situações que fazem parte da rotina. A estudante Luiza Scarduelli Roque, do 2º ano A, percebeu a importância de reservar dinheiro para situações futuras. “Às vezes, ano que vem ou outro dia, nós temos que usar urgentemente o dinheiro. Então, temos que guardar para esses momentos”, comenta.
Despertar para as finanças
A mentora financeira e empresária, Juliana Lara Goulart, apresentou às turmas um exemplar de seu livro infantil sobre o assunto e levou a proposta para os alunos.
“A ideia é que a Educação Financeira chegue ao maior número de pessoas possível e, quanto antes chegar, melhor. Para mim, estar aqui falando com crianças é uma oportunidade importante para inserir esse conhecimento desde cedo”, explica Juliana.
A profissional destaca ainda que o contato com o tema durante a infância pode contribuir para que os estudantes desenvolvam, ao longo da vida, uma relação mais consciente com o dinheiro. O aprendizado também pode ultrapassar o ambiente escolar, já que as atividades propostas envolvem a participação dos pais.
“O livro tem atividades para as crianças fazerem com os pais, justamente para despertar esse interesse. Quando falamos sobre guardar dinheiro, algumas coisas ainda são muito precoces para eles, mas pode surgir o interesse de fazer perguntas aos pais. Assim, o conhecimento não fica somente aqui, mas também chega às casas e às famílias”, acrescenta a profissional.
Para a professora do 2º ano C, Rosangela Vieira, trazer esse conhecimento para dentro da escola amplia as possibilidades de aprendizagem. “Trabalhamos diariamente com esse tema e acreditamos ser importante trazer alguém com um conhecimento mais específico para trabalhar com os alunos. Esse momento tornou a experiência mais interessante e completa aquilo que já estamos desenvolvendo em sala de aula”, afirma.
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