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Retrospectiva Unesc: Celebrando 55 anos de excelência com reconhecimentos e avanços na Pesquisa

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O ano de 2023 foi marcado por reconhecimentos também à Pesquisa na Unesc, com a conquista de diversos prêmios e destaques que evidenciaram o empenho e a excelência dos pesquisadores da Instituição, tanto em nível nacional quanto internacional. Essas premiações não apenas evidenciam a Instituição no cenário acadêmico, mas também ressaltam a significativa contribuição para a inovação, o empreendedorismo, a qualidade educacional e, sobretudo, para o avanço contínuo e o desenvolvimento da pesquisa.

No âmbito internacional, a Unesc se destacou ao alcançar o topo do ranking da plataforma Research.com. Esse feito colocou a Universidade em 9º lugar como a mais referenciada do país na área de neurociência e em 441º lugar no ranking global. Adicionalmente, a Instituição conquistou a primeira posição no estado entre as universidades não estatais.

A plataforma Research.com avalia os cientistas por área, utilizando o índice H (H-index), uma ferramenta que mede a produtividade e o impacto de pesquisadores ou grupos de pesquisa, funcionando como um indicador do impacto dos estudos por meio do número de citações em artigos científicos.

Essa foi a primeira edição do ranking de principais cientistas publicada pela plataforma, um dos maiores websites de pesquisa que oferece dados confiáveis sobre contribuições científicas desde 2014. Este ranking fornece uma lista transparente dos principais cientistas em diversas áreas, fundamentada em uma análise minuciosa de 166.880 cientistas do Microsoft Academic Graph e do Google Scholar.

Conforme a reitora Luciane Bisognin Ceretta, a Pesquisa na Instituição é um dos alicerces fundamentais, aliada ao Ensino e à Extensão. “Contamos com profissionais excepcionais que não só atuam, mas também compartilham vastas experiências, elevando nossa Universidade Comunitária a patamares extraordinários. Ao longo dos anos, nossa Instituição tem direcionado investimentos significativos em ciência e pesquisa, reconhecendo-as como pilares essenciais para impulsionar o desenvolvimento e aprimorar a qualidade de vida”, disse a reitora, que neste ano também foi agraciada com o prêmio Mulheres na Ciência Amélia Império Hamburger, proposto pela Câmara dos Deputados. 

Por indicação da deputada federal criciumense Geovânia de Sá, ela recebeu a premiação, sendo a única representante das Universidades Comunitárias do país.

“Estamos comprometidos em fortalecer ainda mais a cultura de pesquisa, trabalhando em colaboração com nossos pesquisadores, incentivando a interdisciplinaridade e proporcionando o ambiente e os recursos necessários para que nossos acadêmicos e professores possam continuar fazendo contribuições significativas para o progresso científico e social”, complementou a reitora, que também é presidente da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe).

Reconhecimento

O plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis, foi palco de um momento que ficará registrado na história de quatro pesquisadoras da Unesc e da Universidade em si. 

A maior Universidade Comunitária do Sul catarinense é tão rica na produção de pesquisas e ciência que as homenageadas são de quatro segmentos distintos: a reitora Luciane Bisognin Ceretta, da Saúde; Normélia Ondina Lalau de Farias, da Química; Sabrina Arcaro, da Engenharia de Materiais e Vanilde Citadini Zanette, das Ciências Biológicas. Elas fizeram parte do seleto grupo homenageado na Sessão Especial em homenagem às Mulheres Cientistas, proposta pela deputada estadual Luciane Carminatti. O objetivo do evento que ocorreu neste ano foi celebrar a excelência feminina na pesquisa e na produção de conhecimento. 

Lançamento

O ano também foi marcado pelo lançamento do 1º Prêmio Mulheres na Ciência, ação voltada ao reconhecimento da produção científica feminina na Universidade. 

A iniciativa, segundo a reitora, integra as ações de reparação histórica para equidade e combate de desigualdades. “O reconhecimento do trabalho feminino é um desafio a ser superado constantemente nos diferentes espaços que a mulher ocupa, o que não é diferente no meio da ciência. Dar visibilidade ao que tantas mulheres produzem na Pesquisa, na produção da ciência, é um caminho importante para que outras mulheres se compreendam como esse sendo um lugar também para elas e valorizem este importante papel”, destaca.

Para a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação, Inovação e Extensão, Gisele Coelho Lopes, a Pesquisa desempenha um papel vital na jornada acadêmica. Ela é o motor que impulsiona a descoberta, o conhecimento e o desenvolvimento de soluções para desafios complexos enfrentados pela sociedade. “Na Unesc, estamos comprometidos em cultivar uma cultura de pesquisa que não apenas contribui para a produção científica, mas também gera impactos positivos em nossa comunidade local, regional e além”, comentou.

Destaque também no CNPQ

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou neste ano a classificação de pesquisadores da Unesc como contemplados com a Bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ).

Esses pesquisadores submeteram seus planos de trabalho e os objetivos de suas pesquisas ao CNPq, passando por uma seleção que reconheceu os melhores projetos. “Esse reconhecimento, especialmente para nós, representantes de uma Universidade Comunitária, é de extrema importância. Recebemos com imensa satisfação essa notícia, pois a concessão da Bolsa de Produtividade é um testemunho do reconhecimento do Conselho à produção de pesquisa desenvolvida nos laboratórios espalhados pelo nosso campus”, destaca Luciane.

Essa conquista reflete o comprometimento da Unesc com o desenvolvimento local, regional e estadual, mostrando nosso empenho na busca por soluções inovadoras que beneficiem a comunidade em geral.

Laboratórios

A Unesc possui laboratórios equipados com tecnologia de ponta e profissionais altamente qualificados dedicados ao desenvolvimento de pesquisas que têm impacto direto na vida das pessoas.

“Em nossos laboratórios, uma comunidade acadêmica ativa e dedicada realiza estudos de grande relevância, buscando constantemente inovações e avanços que contribuam para o progresso científico e o bem-estar da sociedade”, finalizou a reitora.

Atualmente, a Unesc conta com oito Programas, sendo eles nas áreas de Ciências Ambientais (PPGCA), Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM), Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS), Ciências da Saúde (PPGCS) Direito (PPGD), Educação (PPGE), Saúde Coletiva (PPGSCol) e Sistemas Produtivos (PPGSP).

Na Unesc, são mais de 90 grupos de pesquisa produzindo conhecimento; dentro deles, mais de 400 projetos vêm sendo desenvolvidos. Hoje, a Universidade conta com 84 pesquisadores de alta produtividade que atuam junto aos Programas Stricto Sensu da Unesc. Todos, cada qual com atuação na sua área do conhecimento, exercem as suas atividades numa estrutura de ponta, com laboratórios e projetos estruturantes que oportunizam aos estudiosos as melhores condições para desenvolverem seu trabalho.

Hora de garantir a vaga na sonhada graduação

As matrículas para os cursos de graduação da Unesc já estão abertas aos interessados em ingressar em 2024. Para iniciar o sonho de entrar na Universidade não é necessário realizar vestibular, com exceção do ingresso no curso de Medicina. Basta ter histórico escolar em mãos, documentos de identidade e o desejo de dar o primeiro passo. 

Para posteriormente concorrer a bolsas de estudo, entre elas do programa estadual Universidade Gratuita, é necessário que o estudante já esteja matriculado, ou seja, é importante que garanta a vaga no curso desejado.

Na página unesc.net/graduação é possível acessar todas as opções em graduação presencial e os diferenciais de cada um.

Mais informações sobre ingresso podem ser feitas pelo contato (48) 9 99150-433.

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Meu Doutor registra mais de 2,4 mil atendimentos em um mês em Criciúma

Serviço de telemedicina da Prefeitura funciona 24 horas e teve tempo médio de espera de 4 minutos e 22 segundos no primeiro mês

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Mais de 2,4 mil consultas médicas por videochamada foram realizadas em Criciúma durante o primeiro mês de funcionamento do Meu Doutor. O serviço oferecido pela Prefeitura permite que moradores tenham contato com um médico sem precisar sair de casa.

O tempo médio de espera registrado no período foi de 4 minutos e 22 segundos, abaixo dos 12 minutos estabelecidos como referência para o atendimento.

A plataforma funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados, e pode ser utilizada por meio de celular ou computador com câmera e microfone.

Para o prefeito Vagner Espíndola, os números iniciais permitem ao município avaliar a adesão da população ao serviço.

“Mais do que colocar uma nova ferramenta em funcionamento, o primeiro mês nos permite observar como a população está incorporando esse serviço à rotina”, afirmou.

Como funciona a consulta

O atendimento começa com uma videochamada com um médico. Durante a consulta, o profissional avalia os sintomas relatados, orienta o paciente e pode prescrever medicamentos quando houver indicação.

Caso identifique a necessidade de uma avaliação presencial, o médico orienta o usuário sobre o encaminhamento mais adequado dentro da rede pública de saúde.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Deivid de Freitas Floriano, a consulta remota permite uma primeira avaliação da situação apresentada pelo paciente.

“O médico consegue ouvir o relato, avaliar os sintomas e conduzir a consulta a partir dessas informações”, explicou.

O vice-prefeito Salésio Lima destacou que a disponibilidade ininterrupta pode ser útil principalmente em situações que surgem fora do horário convencional de atendimento.

Como acessar o Meu Doutor

O serviço pode ser acessado pelo endereço meudoutor.criciuma.sc.gov.br.

No primeiro acesso, o usuário deve entrar na plataforma pelo celular ou computador, informar o CPF e utilizar como senha inicial os seis primeiros números do documento. A senha pode ser modificada posteriormente.

Depois do login, é necessário selecionar a opção “Pronto Atendimento Médico”, permitir o acesso à câmera e ao microfone e informar brevemente os sintomas.

Na sequência, o usuário aguarda o contato do médico para iniciar a consulta por videochamada.

O atendimento pode ser solicitado de qualquer local e permanece disponível durante 24 horas.

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Siderópolis conclui catalogação de documentos históricos e amplia acervo disponível para consulta no Museu do Carvão

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O Governo de Siderópolis, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, concluiu mais uma etapa do trabalho de organização e preservação do patrimônio histórico do município. Depois da catalogação das 825 fotografias que passaram a integrar o acervo da instituição, o trabalho avançou para os documentos doados por famílias da cidade, especialmente aqueles relacionados ao período de atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Carbonífera Treviso.

Ao todo, mais de 476 documentos foram organizados e catalogados em três álbuns, passando a integrar oficialmente as listagens de Patrimônio Cultural e do Museu do Carvão. O conjunto reúne registros que ajudam a preservar a memória dos trabalhadores e das atividades desenvolvidas no município entre as décadas de 1940 e 1980, além de documentos que se estendem até 1999.

Entre os materiais estão cartões de sócios da CSN, carteiras de registro funcional de trabalhadores, cartas, diplomas e outros documentos relacionados à vida profissional dos antigos funcionários. A maior parte do acervo é formada por fichas trabalhistas de ex-funcionários da CSN e da Carbonífera Treviso, doados por familiares.

Entre as principais doadoras estão Ilka Stamm Pasa, Maria Nazareth Vargas dos Santos e Lia Bolsoni, além de outras famílias que contribuíram para que esses registros fossem preservados e pudessem ser incorporados ao acervo histórico do município.

“Cada registro, cada fotografia e cada documento carrega um pouco da trajetória da nossa comunidade. É muito importante que esse material esteja organizado e disponível para consulta, garantindo que as novas gerações possam conhecer e valorizar as nossas raízes”, pontuou o prefeito Franqui Salvaro.

Registros ajudam a contar a história do Recreio do Trabalhador

Uma parte significativa dos documentos está relacionada ao período de administração de Heitor Belmiro da Silva, ex-encarregado do Recreio do Trabalhador. Os registros revelam detalhes da rotina do espaço e das atividades oferecidas aos trabalhadores e suas famílias.

Entre os documentos estão relatórios manuscritos e posteriormente datilografados, listas de filmes exibidos no Cine Recreio, relação de filmes a serem pagos aos distribuidores, documentos referentes ao pagamento de impostos de censura, lista de frequência de jogos internos e de utilização da biblioteca, além de registros de eventos, reuniões e festividades.

Também foram encontrados documentos relacionados a orçamentos para manutenção de equipamentos do Cine Recreio, listas de materiais e anotações sobre atividades relacionadas no local, como Semana da Criança, apresentações de teatro, reuniões, eleições, coquetéis e distribuição de brinquedos de Natal.

Imposto de censura

Os registros do cinema também revelam aspectos dos períodos de censura. Em documentos referentes às décadas de 1960 e 1970, há anotações sobre horários das sessões, filmes exibidos e os procedimentos relacionados à censura das obras antes da liberação para exibição.

As anotações registram, ainda, o chamado imposto de censura, relacionado à autorização para que determinados filmes fossem exibidos. Dependendo do conteúdo considerado inadequado, como temas relacionados à família, álcool ou sexualidade, cenas poderiam ser cortadas ou a obra poderia ser impedida de ser exibida.

O acervo também reúne documentos que atravessam períodos importantes da história brasileira, incluindo registros produzidos durante o período da ditadura militar. Outro documento encontrado registra a paralisação das sessões em 2 de abril de 1964, período próximo ao início da ditadura militar no Brasil.

Preservação da memória de Siderópolis

A nova etapa complementa o trabalho iniciado com a organização das fotografias históricas, que reúne 825 imagens da trajetória da CSN, da Carbonífera Treviso e de diferentes acontecimentos do município entre as décadas de 1940 e 1960. O material fotográfico foi catalogado e identificado com o apoio de pessoas que auxiliaram no reconhecimento de moradores, locais e equipamentos retratados nas imagens.

“O trabalho de catalogação permite que documentos que estavam guardados nas famílias possam ser reconhecidos como parte da história de Siderópolis. São registros que contam a trajetória dos trabalhadores, das empresas, do Recreio e de diferentes momentos vividos pela comunidade. Preservar esse material é também preservar a memória das pessoas que ajudaram a construir o município”, destacou o assessor de Cultura e Turismo de Siderópolis, Arisson Fabricio Nunes.

Todo o material já está disponível no Museu do Carvão para consulta e visualização. O Museu está localizado no antigo escritório da CSN, no bairro Rio Fiorita, em Siderópolis.

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UniSATC amplia conexões internacionais durante conferência de Inteligência Artificial na Colômbia

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A produção científica desenvolvida na UniSATC ganhou espaço internacional durante a Colombian Conference on Applications of Computational Intelligence (ColCACI 2026), em Bucaramanga, na Colômbia. O coordenador do curso de Engenharia de Computação da UniSATC, Vagner Rodrigues, participou do evento e apresentou um artigo científico na trilha TinyML and Edge AI, área emergente da Inteligência Artificial aplicada a dispositivos embarcados e à computação de borda.

Promovida pelo IEEE, a conferência reuniu pesquisadores, estudantes de mestrado e doutorado e grupos de pesquisa de diferentes universidades para apresentar estudos e discutir avanços relacionados à Inteligência Computacional.

O trabalho apresentado por Rodrigues é resultado da orientação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Engenharia de Computação da UniSATC. A participação demonstra como projetos desenvolvidos ainda durante a graduação podem avançar para espaços de discussão científica e alcançar eventos internacionais.

“Existe um peso importante por ser uma conferência internacional ligada ao IEEE, que possui reconhecimento científico muito forte na nossa área. Mas o que mais me chamou atenção foi a possibilidade de entrar em um grupo de pesquisadores que trabalha com temas semelhantes aos nossos. A partir disso, passamos a ter pessoas com quem conversar, trocar experiências e pensar em novas pesquisas”, destaca Rodrigues.

Pesquisa que gera novas conexões

Além da apresentação do artigo, a participação no ColCACI possibilitou uma aproximação com pesquisadores de outros países. Os momentos de integração promovidos pela conferência, como cafés, encontros e atividades sociais, contribuíram para a troca de informações e para a construção de uma rede de contatos.

Segundo Rodrigues, essa experiência pode gerar resultados que vão além da pesquisa apresentada. Durante o evento, o coordenador estabeleceu contato com representantes de universidades do Chile e da Colômbia, iniciando conversas sobre possíveis ações conjuntas.

“Uma das coisas mais positivas foi justamente criar esses contatos. Já estamos conversando com uma universidade privada do Chile e queremos entender quais possibilidades podemos construir juntos. A ideia é avaliar oportunidades para que nossos alunos possam ter experiências lá e, ao mesmo tempo, para que estudantes deles também possam conhecer e estudar na UniSATC”, explica.

A aproximação abre possibilidades para futuras iniciativas de internacionalização, intercâmbio acadêmico e cooperação entre pesquisadores e instituições.

Da graduação para uma conferência internacional

A origem do artigo em um Trabalho de Conclusão de Curso também reforça a integração entre ensino e pesquisa dentro da Engenharia de Computação. De acordo com o coordenador, levar um estudo desenvolvido a partir da graduação para um ambiente internacional amplia as perspectivas dos estudantes e evidencia o potencial da produção acadêmica realizada na instituição.

“Quando um trabalho desenvolvido dentro do curso consegue chegar a uma conferência internacional, mostramos ao aluno que aquilo que ele produz aqui pode ultrapassar os limites da sala de aula. A pesquisa passa a dialogar com outros pesquisadores e instituições e pode abrir novas oportunidades acadêmicas e profissionais”, ressalta.

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