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Semana de Ciência e Tecnologia promove uma jornada pelo conhecimento

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Os públicos interno e externo da Unesc são convidados para embarcar em uma verdadeira jornada pelo conhecimento por meio da 14ª Semana de Ciência e Tecnologia (SCT). A cerimônia de abertura do maior evento científico institucional da Universidade ocorreu na noite desta segunda-feira (23/10), no Auditório Ruy Hülse, e segue até sexta-feira (27/10), com uma ampla programação que abrange diversas áreas de interesse, não só da comunidade científica, mas também de toda a sociedade. 

Com a temática “Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável”, o evento deste ano terá mais de 120 atividades entre palestras, oficinas, minicursos e apresentações de trabalhos de pesquisa, extensão e relatos de ensino/experiência. As atividades ocorrem de forma online e presencial no campus da Instituição em Criciúma e na unidade de Araranguá.

“Por si só, a importância da Unesc dentro da Pesquisa justifica a realização da Semana de Ciência e Tecnologia: são oito mestrados e cinco doutorados, sendo que o Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) possui nota máxima na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), além de possuirmos o Iparque, maior Prque Científico e Tecnológico do Sul de Santa Catarina. Com isso, a única Universidade Comunitária da região, que completou 55 anos em 2023, alavanca a pesquisa na região, tornando-se referência no Brasil e na América Latina”, comenta a reitora Luciane Bisognin Ceretta.

“A SCT contribui para a difusão e discussão em torno do conhecimento e das experiências relacionadas à transversalidade da ciência; da tecnologia e da inovação para o desenvolvimento equitativo e sustentável, buscando contribuir com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Trata-se de um evento consolidado, prova disso é que chega à 14ª edição com a promoção de debates importantes para a sociedade atual que nos ajudam a compreender as potencialidades das áreas do conhecimento”, acrescenta.

Mais de 530 trabalhos serão apresentados

As ações que compõem a SCT são vistas em todos os lugares do campus. Além das oficinas, palestras e minicursos, mais de 530 trabalhos realizados por professores e acadêmicos serão apresentados ao longo dos cinco dias de atividades. 

“Produzir ciência de qualidade requer olhar sensível para o entorno e nós possuímos profissionais de excelência  e estamos todos os dias em diferentes lugares construindo a troca de saberes. O nosso compromisso com o desenvolvimento da região é demonstrado por uma Universidade genuinamente Comunitária”, afirma a Pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Extensão, Gisele Silveira Coelho Lopes.

Gisele lembra que, em 14 anos, a Semana de Ciência e Tecnologia registrou mais de 8,2 mil trabalhos aprovados; 1,6 mil palestras, oficinas e minicursos, além de registrar mais de 30 mil participantes. “Esta é a Unesc que conhecemos, uma Universidade que participa ativamente do fomento e da comunicação da ciência de qualidade. Nestes 14 anos tratamos de diversos temas e, em 2023, temos as Ciências Básicas para o desenvolvimento sustentável como temática neste momento da história em que os recursos naturais estão se esgotando e os efeitos das mudanças climáticas se tornam cada vez mais evidentes”, cita.

Já a pró-reitora de Ensino (Proen), Graziela Amboni , ressalta que a Semana de Ciência e Tecnologia não é só um evento, mas uma afirmação do compromisso da Unesc com o futuro. “Na era da informação, o papel do ensino é ainda mais crucial, buscando compreensão do que molda o futuro. A  Semana de Ciência e Tecnologia celebra também a busca contínua pelo aprendizado e pela descoberta, representa uma oportunidade única de promover a interação dos estudantes, profissionais e professores, estimulando o que há de mais importante que é a troca de ideias de projetos inovadores. Que nesta semana, busquemos o conhecimento para, juntos, melhorarmos o nosso meio científico e tecnológico”, ressalta. 

Palestra de abertura

Mediada pela pró-reitora Gisele Coelho Lopes e remotamente pelo professor e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS), João Quevedo, direto de Houston, nos Estados Unidos, a palestra de abertura ficou a cargo do diretor técnico-científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), Rafael Roesler, que tratou do tema “Pesquisa para quê? A Ciência como base do Desenvolvimento”.

A Unesc foi a minha primeira profissional, era o início do curso de Medicina em 2001 e permaneci dando aula por dois anos e meio. Eu não fiquei, mas quem aqui ficou transformou a Unesc em uma referência nacional e internacional na área que conheço e vivo, que é a saúde. Criou-se na Unesc um caso com muitas virtudes, uma Universidade Comunitária que valoriza a pesquisa que tem professores de primeiro escalão que formaram pessoas de altíssima qualidade que se tornaram docentes.  A Unesc é, provavelmente, a Instituição no Brasil que possui maior densidade de  afiliados à Academia Brasileira de Ciência. Este é um polo de excelência em pesquisa no Brasil”, enfatiza Roesler.

Valorização da mulher cientista

O protagonismo das mulheres cientistas ganha ainda mais destaque por meio do 1º Prêmio Mulheres na Ciência, ação voltada ao reconhecimento da produção científica feminina na Universidade e que faz parte da programação da Semana de Ciência e Tecnologia.

A criação do prêmio partiu da reitora Luciane Bisognin Ceretta, que em julho deste ano recebeu  o Prêmio Mulheres na Ciência Amélia Império Hamburger, honraria concedida pela Câmara dos Deputados que homenageou três pesquisadoras do país, elegendo entre estas a reitora da Unesc, com cerimônia de entrega em Brasília.

O coordenador da SCT, Rodrigo Machado lembra que dentro do evento ainda serão realizados o 23º Seminário de Iniciação Científica; o 15º Salão de Extensão; o 13º Salão de Ensino; o 9º Salão de Pós-Graduação; a 10ª Feira de Inovação; o 10º Talento Cultural e a 9ª Feira de Ciências.

“Preparamos um evento especial, com muitas atividades e eu estou particularmente satisfeito por tudo que realizamos. É um ano inteiro de atuação e esforços para chegarmos a este momento, por isso valorizamos o trabalho de todos os envolvidos. Nesta 14ª edição, a Semana de Ciência e Tecnologia, contará com 130 atividades, sendo 66 sessões apresentações orais e pôster, além de mais de 530 trabalhos nas categorias de Ensino, Pesquisa e Extensão”, salienta o coordenador do evento, professor Rodrigo Machado.

Outra novidade faz parte do 8º Workshop de Arqueologia, que receberá o Seminário Internacional Apheleia: América do Sul, a primeira edição realizada no Brasil e contará com palestrantes de países como Portugal; Uruguai; Chile; Peru; entre outros.

“Já dentro do 6º Ciclo de Palestras do Museu de Zoologia, haverá o debate em torno do tema ‘Do micro ao macro: poluição e impacto do plástico nos oceanos e na biodiversidade marinha’, que tratará da poluição por lixo marinho”, fala Machado.

A programação completa da Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc, entre outras informações, podem ser conferidas em unesc.net/sct2023.

Apoiadores nacionais, estaduais e regionais

A Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc tem o patrocínio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea/SC), e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc); além do Ministério de Ciências Tecnologia e Inovação e da Biozenthi.

Primeiro dia de muitas ações

Além da cerimônia e da palestra que abriram a 14ª edição da SCT, o primeiro dia de evento contou com apresentações orais nas áreas do Desenvolvimento Socioeconômico. Ciências Econômicas e Contábeis; Administração e Comércio Exterior; além da Extensão, entre outras. 

Nesta segunda-feira (23/10), também tiveram início as atividades em comemoração à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, entre elas, contação de histórias; confecção da árvore literária e exposição de fotos enviadas pelos usuários da Biblioteca.

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Museu vai restaurar mapas e cadernetas de campo do tempo da colonização

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O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel (Malpi), de Orleans, está restaurando 75 mapas e 25 cadernetas de campo datados de meados do século 19, da formação da Colônia Grão-Pará. O projeto, aprovado no edital do prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2023, contribuirá com a preservação dos documentos para viabilização de futuras pesquisas.

A área correspondente à Colônia é de, atualmente, 10 municípios da região Sul do estado de Santa Catarina, e o acervo faz parte de uma série de documentações pertencentes ao Centro de Documentação Histórica Plinio Benício (CEDOHI), do Museu ao Ar Livre Princesa Isabel e da Fundação Educacional Barriga Verde (Febave), mantenedora do Unibave.

O projeto “Entre mapas e cadernetas de campo: história, preservação e difusão de acervos históricos do Museu ao Ar Livre Princesa Isabel”, conforme a diretora do Museu, Valdirene Böger Dorigon, colabora com a preservação de parte da história da imigração. Um dos exemplos, é o mapa da comunidade do Rio dos Pinheiros. O local foi um dos principais núcleos coloniais, com a chegada dos imigrantes europeus em 1882.

Boa parte dos mapas já foi recuperado e, agora, a equipe vem trabalhando nas cadernetas. A diretora frisa que o acervo se constitui um dos mais importantes centros de documentação de pesquisa histórica de Santa Catarina sobre a colonização europeia da região. “Aqui, há várias tipologias de documentos. São documentos de grande interesse histórico, com registros desde a implantação da Colônia Grão-Pará com a demarcação iniciada em 1875, lista de imigrantes, títulos de propriedade, censos dos moradores, documentos relacionados às questões administrativas da empresa e da vida cotidiana na colônia, até os registros de venda de terras de 1980”, comentou Valdirene.

O projeto ainda prevê uma palestra gratuita envolvendo os 10 municípios de abrangência da antiga Colônia Grão-Pará. “Entre mapas e cadernetas de campo” é um projeto aprovado na categoria Patrimônio e Paisagem Cultural: Museus e está sendo realizado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura da Edição 2023.

Sobre a Colônia

A Colônia Grão-Pará é resultado do Dote de casamento da Princesa Isabel com o Conde D´Eu, que recebeu de seus pais, o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Em Santa Catarina, foi realizado o tombamento topográfico de 12 léguas de terra na região do Vale do Rio Tubarão. Para colonizar as terras, os Condes fizeram contrato com o Comendador Caetano Pinto Júnior, responsável por dividir as terras em lotes e colonizá-las, com nacionais e estrangeiros.

Para isso, formaram a Empresa Colonizadora Grão-Pará, dando início às demarcações em 1875, o que originou a Colônia Grão-Pará. Várias propagandas sobre a Colônia foram realizadas na Europa no intuito de atrair imigrantes europeus. A colônia foi inaugurada em 2 de dezembro de 1882, quando iniciou a venda de lotes coloniais aos colonos nacionais e imigrantes europeus. Portugueses, italianos, austríacos, alemães, poloneses, franceses, letos, ingleses, russos, holandeses, belgas, entre outras nacionalidades, adquiriram terras nesta colônia.

Ao total, foram 12 léguas demarcadas, que formaram parte dos atuais municípios no sul catarinense: Orleans, Grão-Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa, Armazém, Braço do Norte, São Ludgero, São Martinho, Pedras Grandes e Lauro Müller.

Documentos

Os documentos produzidos ficaram por muitos anos esquecidos em um porão, descobertos na década de 60 pelo pesquisador e incentivador da cultura na região, padre João Leonir Dall’Alba, fundador do Unibave e do Museu ao Ar Livre. Calcula-se que, aproximadamente, 200 mil documentos estão disponíveis no acervo documental do CEDOHI, instalado na Casa de Pedra, do Museu ao Ar Livre.

Conforme o museólogo Idemar Ghizzo, muitos dos documentos encontrados no porão da antiga sede da Empresa Colonizadora Grão-Pará estavam em estado avançado de degradação. “Muitos documentos estão danificados, o uso de tintas ácidas e papéis de baixa qualidade impossibilita seu manuseio”, relata Idemar. Segundo ele, a iniciativa, por meio dos recursos do Prêmio Elisabete Anderle, é fundamental para possibilitar a aquisição de serviços e materiais para a preservação. “São documentos com mais de 149 anos de existência que necessitam de atenção para deixá-los acessíveis ao público”, explicou.

Muitas pesquisas foram realizadas nos acervos documentais e continuam sendo concretizadas. O próprio padre João publicou vários livros, assim como outros autores, utilizando como fonte os documentos da Colônia Grão-Pará.

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Trânsito interditado para montagem da estrutura da Festa do Colono de Siderópolis

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Parte das Avenidas 19 de Dezembro e Dom Luiz Orioni estão interditadas, e vão permanecer assim, durante todo fim de semana, quando acontece a Festa do Colono de Siderópolis. No local, ao redor da Piazza Nova Belluno, estão sendo montadas parte da estrutura da Praça de Alimentação, da Feira Multisetorial e dos banheiros para os festejos. A 23ª edição da Festa do Colono vai de quinta até domingo (4 à 7).

Para dar clima a festa, as cantorias, que iniciaram na sexta, seguem nesta segunda, terça e quarta-feira, visitando os comércios da região central da cidade, iniciando às 13h30. Salame, queijo e muita música italiana embalam o cortejo que conta com a participação de membros dos Grupos de Idosos, sanfoneiros, das cortes da festa e membros da Comissão Central Organizadora da Festa, incluindo o prefeito Franqui Salvaro.

O prefeito Franqui Salvaro vem agradecendo a recepção de todos. “Com muita alegria e disposição iniciamos o primeiro dia de cantoria. Agradecendo a todos pela calorosa recepção, convidando também para confraternizar conosco e claro, prestigiar a Festa do Colono”, convidou.

Entrada gratuita

Embora a Piazza Nova Belluno, local do evento, esteja cercada, o acesso será gratuito para todos. Segundo o responsável da Todah eventos, Antonio Schueroff, empresa vencedora da licitação para organizar os festejos, serão três pontos de entrada, com revista por segurança. Conforme recomendação da Polícia Militar, não será permitida a entrada com nenhum tipo de bebida e comida na parte interna da festa.

A Festa do Colono contará ainda com desfile cultural, olimpíadas rurais, atrações musicais, culturais e religiosas, além de quatro shows nacionais: na quinta-feira (04/07), Bruno e Barretto; na sexta-feira (05/07), Nenhum de Nós; no sábado (06/07), Antony e Gabriel; e no domingo (07/07), a festa será encerrada com Garotos de Ouro.

Estacionamentos

A Administração Municipal faz um alerta aos motoristas para não efetuarem pagamentos em estacionamentos nas vias públicas, o que é proibido. Já nos estacionamentos privados, o valor recomendado é de R$ 30, sem limite de tempo de permanência. O proprietário de terreno que queira cobrar estacionamento deverá retirar o alvará junto ao setor de tributos da Prefeitura.

Programação completa

  • Quinta-feira – 04 de julho
  • •      17h – Apresentações Artísticas das Escolas, Entidades e Igrejas
  • •      20h30 – Abertura Oficial da 23ª Festa do Colono
  • •      21h30 – Show com a dupla Elton & Everton
  • •      23h – Show nacional com Bruno & Barretto
  • Sexta-feira – 05 de julho
  • •      13h – Encontro da Melhor Idade com o Grupo Os Campesinos
  • •      18h – Show da banda Dentadura dos Deuses
  • •      19h30 – Show com Alexandre Netto
  • •      21h30 – Show com Yonara & Jardel
  • •      23h30 – Show nacional com Nenhum de Nós
  • Sábado – 06 de julho
  • •      9h – Santa Missa
  • •      12h – Show com a banda Fogo
  • •      14h – Show com Gelsinho e Banda
  • •      16h – Show com a banda Superação
  • •      18h30 – Show com Léo Marques e Os Guri
  • •      20h – Show com Grupo Trem de Ferro
  • •      22h – Show com Mari & Rafa
  • •      23h30 – Show nacional com Antony & Gabriel
  • •      1h – Show com DJ Ghellere
  • Domingo – 07 de julho
  • •      9h – Desfile Cultural da 23ª Festa do Colono
  • •      Encontro de Carros Antigos de Belluno
  • •      12h – Show com o Grupo Bellunesi e Isabeli Moro
  • •      13h30 – Show com a banda Ginetes do Sul
  • •      15h – Show com a banda Stylo da Gente
  • •      16h45 – Show com a banda Antítese
  • •      18h30 – Show com Murilo & Gustavo
  • •      20h15 – Encerramento Oficial da 23ª Festa do Colono
  • •      21h – Show nacional com Garotos de Ouro
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Centro Madre Teresa está com quase 98% das obras concluídas

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Uma obra grandiosa que irá impactar efetivamente na saúde e no cuidado das pessoas de toda a região. O Centro Madre Teresa de Jesus Gerhardinger, novo bloco do Hospital São José de Criciúma, está na fase final de suas obras, com quase 98% concluídas, e irá representar um avanço significativo na saúde, tecnologia, humanização e bem-estar da comunidade. Para celebrar o Dia do Hospital, lembrado em 2 de julho, esta é uma grande conquista para toda a região.

“A obra segue em ritmo intenso, hoje contamos com um efetivo médio de 70 colaboradores atuando sobretudo nas áreas externas e setor D (recepção), que são os setores impactados pelo antigo ginásio, e que, portanto, somente puderam evoluir após a demolição, liberada no início deste ano. Nas últimas semanas, a continuidade dos serviços nessas áreas foi interrompida, visto que algumas equipes e fornecedores foram severamente atingidos pela tragédia climática no Rio Grande do Sul, afetando diretamente o cronograma destes setores, levando sua conclusão para julho de 2024”, explica o engenheiro da Tedesco, construtora responsável pela obra, Rafael F. Fritzen.

Por outro lado, se as obras na parte externa foram impactadas pelas chuvas no último mês, todas as utilidades do prédio já estão instaladas e funcionando, em fase de comissionamento, e os pavimentos térreo, 1, 2, 3 e 4 já se encontram concluídos. 

“O primeiro pavimento já está finalizado, terceiro e quarto já finalizados também. No térreo já está com a ocupação definitiva, com as áreas administrativas e direção. O pavimento 1 e 3 está na fase de mobiliário interno e, em check-list final de acabamentos, os pavimentos 2 e 4”, reforça o gerente de manutenção e obras do HSJosé, Ronaldo Agostinho de Freitas.

Os pavimentos subsolo e cobertura, além da casa de máquinas estão em fase de acabamento, com previsão final de conclusão também em julho de 2024.

Espaço pensando em conforto e humanização

O Centro Madre Teresa contará com mais de 17 mil metros quadrados, divididos em nove andares que irão comportar todo o atendimento de quimioterapia, pronto-atendimento adulto e pediátrico, além da emergência; setor administrativo; Internações convênios e particular, Centro de Diagnóstico por Imagem, além do pavimento técnico.

“As pessoas poderão contar com ambientes amplos, modernos e funcionais, agregando conforto e diversidade, distribuídos nos pavimentos entregues nesta fase, além de acessos e fluxos otimizados, aliados a uma arquitetura de traços suaves e objetivos, gerando uma atmosfera leve e serena aos visitantes”, garante o engenheiro Rafael.

Até que os novos espaços sejam oficialmente inaugurados, algumas alterações temporárias de entradas e saídas nas portarias e setores da instituição precisaram ser realizadas. “Sabemos que acaba gerando um certo transtorno momentâneo para quem precisa utilizar o hospital, mas para termos essas melhorias, as alterações foram necessárias. Nossas esquipes estão organizadas para facilitar esse fluxo e auxiliar nas demandas de quem precisa utilizar o HSJosé”, finaliza Ronaldo.

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