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35kg de tampinhas arrecadadas pela Coopercocal ganham novo destino nas mãos do Lions Clube 

Material será comercializado e o valor destinado à compra de cadeiras de rodas e materiais ortopédicos

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A Coopercocal encerrou o mês de setembro com mais uma ação voltada à sustentabilidade e à solidariedade. Nesta quarta-feira (30), a cooperativa entregou 35 quilos de tampinhas de garrafas PET ao Lions Clube de Cocal do Sul.

As tampinhas foram arrecadadas desde julho, quando a Coopercocal passou a disponibilizar um ponto de coleta do projeto Tampinhas do Bem, em parceria com o Cirsures. A caixa permanece na entrada da cooperativa e a campanha continua aberta para novas doações.

Após a coleta, as tampinhas são destinadas à venda. O valor arrecadado pelo Lions Clube é utilizado na aquisição de cadeiras de rodas e materiais ortopédicos, que são emprestados para pessoas da comunidade que necessitam desses equipamentos.

O presidente do Lions Clube de Cocal do Sul, João Geraldo Echeli, agradeceu a parceria e a contribuição da cooperativa. “Gostaria de agradecer, em nome do Lions Clube, essa parceria com a Coopercocal na arrecadação das tampinhas. Esses 35 quilos representam um volume muito significativo para nós. As tampinhas são destinadas à reciclagem e o valor arrecadado com a venda é utilizado no nosso banco ortopédico, para a compra de cadeiras de rodas, cadeiras de banho, andadores, muletas, botas ortopédicas e outros equipamentos.”

Para o presidente da Coopercocal, Altair Lorival de Mélo, o Belha, a iniciativa mostra como pequenas atitudes podem gerar resultados quando há participação coletiva. “Uma tampinha só não faz diferença, mas se todo mundo começar a ajudar, olha o montante que dá. Nisso estamos contribuindo com a natureza e fazendo algo pelo nosso planeta.”

A Coopercocal convida associados, consumidores, parceiros e toda a comunidade a participar. As tampinhas podem ser entregues diretamente na caixa de coleta, localizada na entrada da cooperativa.

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UniSATC lança curso de Arquitetura para 2027

Centro Universitário abre matrículas nesta quinta-feira (1º) para o novo curso e mais 15 opções de graduação

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A UniSATC amplia as opções de formação para 2027 com o lançamento do curso de Arquitetura e Urbanismo. A novidade integra o processo de matrículas para o primeiro semestre do próximo ano, que inicia nesta quinta-feira (1º), e chega com uma proposta voltada à prática, à aproximação com o mercado de trabalho e à formação empreendedora dos futuros arquitetos.

Desde as primeiras fases, os acadêmicos terão contato com projetos práticos, dentro de uma estrutura curricular pensada para aproximar o que é desenvolvido em sala de aula dos desafios encontrados na profissão. Conforme avançarem no curso, essa relação será ampliada com a participação de empresas e escritórios de arquitetura, que poderão apresentar demandas e situações reais para o desenvolvimento de soluções pelos estudantes.

De acordo com o pró-reitor de Ensino e Extensão da UniSATC, Jovani Castelan, a proposta é fazer com que o acadêmico tenha contato com a realidade profissional durante toda a graduação. “Os alunos começam a trabalhar com projetos práticos desde a primeira fase. À medida que avançam nos semestres, vamos fazendo conexões com empresas e escritórios de arquitetura, que trazem demandas, problemas e situações para que os estudantes possam elaborar e apresentar soluções. É um curso muito conectado com o mercado de trabalho”, destaca Castelan.

Além da formação técnica, o novo curso terá o empreendedorismo como um dos diferenciais. A proposta considera uma característica importante da própria atuação profissional do arquiteto, que muitas vezes precisa administrar o próprio escritório, conquistar clientes e estruturar seu negócio.

“Entendemos que o arquiteto precisa saber montar um modelo de negócio, fazer uma abordagem de venda, prospectar clientes e desenvolver seu poder de argumentação. Como profissional liberal, ele precisa ter esses fundamentos. Durante o curso, vamos proporcionar essa formação e trabalhar também o empreendimento de conclusão de curso, no qual o acadêmico poderá validar seu modelo de negócio diante de uma banca”, explica o pró-reitor.

Experiências internacionais

Outro eixo previsto para Arquitetura e Urbanismo é a internacionalização. A UniSATC trabalha na construção de convênios com instituições de outros países para possibilitar experiências acadêmicas fora do Brasil, incluindo viagens de estudos e intercâmbios.

A intenção é ampliar o repertório dos estudantes a partir do contato com diferentes cidades, culturas, soluções arquitetônicas e formas de pensar os espaços urbanos.

“A Arquitetura é uma área em que conhecer outras realidades faz muita diferença na formação. Queremos proporcionar aos nossos alunos a possibilidade de sair do seu lugar de origem, conhecer outras experiências pelo mundo e ampliar esse olhar ao longo da graduação”, ressalta Castelan.

Matrículas abertas para 16 cursos de graduação

O lançamento de Arquitetura e Urbanismo também marca o início da campanha de matrículas da UniSATC para o primeiro semestre de 2027. A partir desta quinta-feira (1º), os interessados poderão reservar sua vaga para os 16 cursos de graduação oferecidos pelo Centro Universitário.

Além do novo curso de Arquitetura e Urbanismo, estão disponíveis vagas para Administração, Automação Industrial, Design, Engenharia de Computação, Engenharia de Software, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Química, Inteligência Artificial, Jornalismo, Manutenção Industrial, Pedagogia, Psicologia e Publicidade e Propaganda.

Entre as opções está Engenharia de Software, com possibilidade de formação nos períodos matutino ou noturno. A oferta reúne cursos nas áreas de Engenharias, Tecnologia, Comunicação, Gestão, Educação e Saúde. Os interessados podem conhecer as opções de graduação e obter mais informações sobre o processo de matrícula pelo site unisatc.com.br ou pelo contato comercial (48) 3431-7585.

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Prefeitura de Criciúma amplia fiscalização de contentores para identificar e evitar mau uso

Objetivo é evitar transtornos decorrentes da utilização indevida das “lixeiras verdes” do município

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Com o aumento dos casos de uso indevido dos contentores de lixo públicos, a Prefeitura de Criciúma passará a intensificar as ações de fiscalização pelos bairros da cidade, por meio da Coordenadoria de Meio Ambiente e Saneamento Básico. A nova medida visa impedir a apropriação de um equipamento público para fins particulares e os transtornos causados à comunidade pelo transbordamento das lixeiras.

“Quando uma empresa, por exemplo, deposita rotineiramente todos os seus resíduos em um contentor público, o equipamento rapidamente atinge sua capacidade. Essa ação gera transbordamento e o excesso de resíduos pode provocar mau cheiro, rompimento de sacos, espalhamento de lixo por animais, acúmulo nas calçadas ou na via pública e comprometimento da limpeza e da organização urbana, além da necessidade de recolhimentos adicionais, deslocamento de equipes e aumento dos custos de limpeza urbana, causando transtornos para a comunidade na qual o aparelho está localizado”, explica a coordenadora do Comitê e diretora de Meio Ambiente, Morgana Kjelin Mariot.

O Código de Obras do Município de Criciúma, atualmente regulamentado pela Lei Municipal nº 8.923/2025, estabelece que toda edificação deve possuir uma lixeira, dimensionada de acordo com o volume de lixo produzido, responsabilizando cada morador pelo acondicionamento do seu próprio lixo. Quando for constatado que determinado contentor público está sendo utilizado irregularmente como lixeira particular de residência, condomínio, comércio ou empresa, o equipamento poderá ser recolhido pelo Município, especialmente quando sua permanência no local estiver estimulando essa utilização indevida.

“Temos identificado diversos pontos em que os contentores públicos acabam sendo utilizados de forma inadequada como se fossem lixeiras particulares de determinadas residências ou estabelecimentos e, em alguns casos, sendo levados para outros locais sem autorização. Quando um contentor fica constantemente cheio por receber resíduos de um único imóvel, condomínio ou estabelecimento comercial, ele deixa de cumprir adequadamente a finalidade para a qual foi disponibilizada”, conta.

As irregularidades constatadas durante as ações de fiscalização também estarão sujeitas às medidas administrativas cabíveis, conforme o enquadramento de cada situação e a legislação municipal.

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Antes de implantar inteligência artificial, empresas precisam preparar processos e dados

Hub de IA da SATC apoia organizações na identificação, teste e desenvolvimento de projetos de inteligência artificial

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A inteligência artificial abre possibilidades para automatizar atividades, analisar informações e apoiar decisões dentro das empresas. Mas antes de colocar um agente de IA em funcionamento, é preciso avaliar se a organização possui processos, ferramentas e dados capazes de sustentar a solução.

Para apoiar as empresas nesse processo, a SATC estruturou o Hub de IA para negócios, programa de assinatura que atua em três frentes: treinamento, governança e implantação de projetos de inteligência artificial. Nesta última etapa, a proposta é trabalhar junto às organizações na identificação de oportunidades, realização de testes e avaliação das condições necessárias para colocar uma solução em funcionamento.

“Não adianta simplesmente decidir que a empresa precisa de um agente de inteligência artificial. Primeiro precisamos entender qual problema queremos resolver, como aquele processo funciona hoje, quais dados estão disponíveis e quais ferramentas podem ser utilizadas. A tecnologia precisa estar conectada a uma necessidade real do negócio”, explica o consultor de Inovação da SATC, Rafael Rocha.

Começar pelo problema

Um dos riscos na adoção da inteligência artificial é começar pela tecnologia e só depois buscar uma aplicação para ela. A lógica proposta pelo Hub de IA é inversa: compreender a necessidade da empresa, avaliar o processo e, a partir dessas informações, identificar onde a inteligência artificial pode contribuir.

Um agente de IA, por exemplo, pode ser utilizado para realizar atendimentos, enquanto outros projetos podem envolver modelos capazes de analisar informações e identificar padrões de vendas por região, cliente ou canal. Em ambos os casos, porém, é necessário que exista uma estrutura capaz de fornecer as informações e sustentar o funcionamento da solução.

“É como contratar um colaborador e esperar que ele comece a entregar resultado sem dar estrutura, orientação ou informação para trabalhar. Com a inteligência artificial não é diferente. Se não existe um processo claro e dados para suportar aquele projeto, a tecnologia sozinha não vai resolver o problema”, afirma o consultor.

Por isso, antes da implantação, o trabalho envolve avaliar a disponibilidade dos dados, as ferramentas existentes e a aderência da solução ao processo da empresa. A partir dessa análise, podem ser definidos projetos-piloto para testar a aplicação da tecnologia em uma escala controlada.

Do teste à implantação

No Hub de IA da SATC, os projetos passam por uma etapa de experimentação antes de serem ampliados. Durante esse período, são avaliados os resultados obtidos, a aderência da solução e as condições necessárias para sua continuidade.

A proposta é que um agente de IA, por exemplo, não comece atendendo imediatamente toda a demanda de uma empresa. Primeiro, a solução pode ser configurada e testada, permitindo identificar problemas, aprimorar seu funcionamento e avaliar se os resultados correspondem ao que foi planejado.

A implantação também considera a evolução do projeto. Depois dos testes, as soluções que apresentam resultados adequados podem ser ampliadas gradualmente, conforme a estrutura e as necessidades da organização.

Para o Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação do CT SATC, Luciano Bilessimo, esse processo aproxima a experiência da instituição das necessidades encontradas no mercado.

“A aproximação entre conhecimento e mercado faz parte da atuação da SATC. No caso da inteligência artificial, queremos colocar nossa experiência em inovação, tecnologia e pesquisa à disposição das empresas para que elas possam avançar com mais segurança nesse processo de transformação”, destaca.

Com seis meses de duração, o programa prevê o acompanhamento dos projetos-piloto e uma avaliação dos resultados ao final do período. A partir desse diagnóstico, as soluções que apresentarem resultados e condições para continuidade podem avançar para uma etapa de ampliação.

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