Agronegócio
Agroponte termina com mais de 80 mil visitantes
Consolidada como a maior feira do agronegócio de SC, evento já tem data confirmada para 2024
A cada edição, a AgroPonte se firma no calendário de eventos de Santa Catarina. Consolidada como a maior feira dos setores de agropecuária, agricultura familiar, indústrias e tecnologia do Estado, neste ano, o evento recebeu mais de 250 expositores e teve 30 mil metros quadrados de área. Em cinco dias, passaram pelo Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma, mais de 80 mil pessoas.
A programação contou com palestras, seminários, rodada de negócios, julgamento da Raça Bovina Brahman e apresentação de cavalos da Raça Mangalarga. A feira superou as expectativas dos expositores, da organização e também dos visitantes.
“Desde quarta-feira, dia 14, quando abrimos os portões já sentimos que seria uma feira especial, e realmente foi. A programação esteve recheada de atividades e conhecimento. Recebemos mais de 80 mil pessoas em cinco dias de AgroPonte. Já vamos começar a trabalhar para a 14ª edição do evento”, observou a diretora comercial da NossaCasa Feiras e Eventos e organizadora da AgroPonte, Jaqueline Backes.
Neste ano, a AgroPonte contou com 220 bovinos PO (Puro de Origem) e PC (Puro por Cruza), ovinos e caprinos, 40 equinos, cunicultores com coelhos e similares, peixes e abelhas sem ferrão. A feira ainda recebeu o boi da Raça Brahman mais pesado do Brasil.
O público visitou também 42 cooperativas da agricultura familiar, indústrias, revendas e concessionárias de máquinas, tratores, colheitadeiras, equipamentos, ferramentas, tecnologias e insumos para a produção no agronegócio, agricultura e pecuária.
O empreendedor Alex Buratto é proprietário da empresa Keylex Alimentos, de Lages (SC), e participou da AgroPonte pela terceira vez e novamente conseguiu vender seus produtos coloniais como queijos e geléias. “Esse ano foi sucesso total. Percebemos que a demanda pelos produtos da Serra Catarinense está cada vez maior e a aceitação está ótima. Fizemos muitas vendas e vendemos todos os produtos que trouxemos já no primeiro dia de AgroPonte. Com isso, precisamos mandar buscar mais. Além disso, fizemos muitos contatos ao longo da feira e, com certeza, o pós evento também será bem bom”, comenta.
Buratto destaca que a AgroPonte é um exemplo de feira para outros municípios. “É um evento referência de organização para outras regiões de Santa Catarina. É um ambiente familiar e que atrai o público, poderíamos ter mais eventos deste porte no Estado”, ressalta.
Já a Industrial Pagé, de Araranguá (SC), participou pela primeira vez da AgroPonte e espera estar presente nas próximas edições. A empresa atua com silos para armazenagem de grãos. “Viemos para expor a marca e não esperávamos ter tanta recepção e visitantes. Tivemos muitos clientes nos visitando, fechamos negócios e marcamos reuniões para os próximos dias. Com certeza, estaremos novamente na edição de 2025, pois realmente foi muito bom para nós”, frisa Otávio Joaquim, representante comercial da empresa.
O diretor da NossaCasa Feiras & Eventos e idealizador da AgroPonte, Willi Backes, ressaltou o momento do agronegócio no Sul de Santa Catarina. “A AgroPonte se consolidou como um evento essencial para Santa Catarina, destacando-se como um ponto de encontro crucial para o setor agropecuário. Com o crescimento contínuo do agronegócio na região Sul do Estado, a feira é um ambiente oportuno para negócios, troca de conhecimentos, inovações tecnológicas e estratégias de mercado. Além de fortalecer a economia local, o evento promove a integração entre produtores, fornecedores e especialistas, ampliando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento sustentável do setor”, afirma.
Rodada de Negócios
A 13ª edição da AgroPonte também contou com a Rodada de Negócios entre empresários e 42 associações. Diferente dos anos anteriores, em que a rodada acontecia no meio dos expositores, neste ano, ela ocorreu em um ambiente mais reservado.
Em média, 15 famílias de produtores participaram da rodada e eles apresentaram seus portfólios de produtos para os compradores, que foram supermercados, casas atacadistas e boxistas das Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa) de Tubarão. A Rodada de Negócios foi uma parceria entre AgroPonte, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Ceasa e Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).
“A rodada de negócios foi um sucesso, tanto da participação dos agricultores, dos boxistas, dos supermercadistas e os atacadistas. Todos comentaram com felicidade o sucesso desse momento da rodada. Os mercados que vieram, os compradores passaram em todos os agricultores, conversaram com todos que estavam ali, todos os boxistas também. Vários agricultores falaram do sucesso e já iniciamos o planejamento para a quarta edição para 2025”, declara Marcelo Silva Pedroso, médico veterinário da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e coordenador da feira no setor de Agricultura Familiar.
A empresa Farinha de Mandioca Pais e Filhas, de Araranguá, participou da Rodada de Negócios. “Achei muito bom, um momento bem produtivo e acredito que teremos bons resultados da Rodada. Foi a primeira vez que participamos e achei interessante as empresas estarem ali para nos conhecermos, conhecerem os produtos e os produtores. Já vendemos nossos produtos para alguns supermercados, mas buscamos mais parcerias e acreditamos que com a Rodada de Negócios isso será possível”, detalha.
Data para 2025
Já tem data marcada para a 14ª AgroPonte. Em 2025, o evento ocorre de 13 a 17 de agosto.
Agronegócio
Feira AgroPonte encerra 15ª edição com público próximo de 110 mil visitantes
Evento ampliou estrutura, recebeu novos públicos e movimentou negócios, encontros e oportunidades para o agronegócio durante cinco dias em Criciúma
A 15ª Feira AgroPonte chegou ao fim neste domingo, dia 16, depois de cinco dias de programação no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Considerada a maior edição da história do evento, a feira recebeu um público próximo de 110 mil pessoas e reuniu produtores rurais, agricultores familiares, empresas, criadores, profissionais do setor e visitantes de diferentes regiões.
A programação contou com exposição de mais de 300 animais, julgamentos das raças Nelore e Brahman, apresentações equestres, Arena de Equoterapia, Rodada de Negócios da Agricultura Familiar, participação de mais de 250 empresas expositoras e atividades voltadas à agricultura familiar, tecnologia e indústria.
Uma das novidades desta edição foi o espaço A Cultura do Homem do Campo, instalado no Ginásio Municipal. O ambiente recebeu apresentações culturais e musicais ao longo dos cinco dias e foi bem recebido pelo público. Com a ampliação da área ocupada pela feira, a circulação pelos espaços também ficou mais confortável.
Para a diretora da NossaCasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, a edição mostrou que a ampliação da estrutura acompanhou uma mudança no perfil do público. “Percebemos uma presença muito forte dos agricultores nesta edição, especialmente nos primeiros horários da tarde durante os dias de semana. Como tivemos períodos de chuva, muitos produtores acabaram conseguindo deixar o trabalho na propriedade e vieram para a feira. Também recebemos um público muito diverso e tivemos um retorno muito positivo sobre o novo espaço da Cultura do Homem do Campo e sobre a circulação pela feira”, avalia.
Feira gera negócios e também cria novos produtos
O resultado de uma feira nem sempre aparece apenas na negociação realizada durante os cinco dias. Um exemplo está na história da empresa Januário, de Turvo, que participa da Feira AgroPonte há oito anos.
Em 2024, durante a feira, um produtor apresentou à equipe uma ideia para uma máquina que pudesse atender a uma necessidade específica de propriedades da Serra catarinense. A empresa decidiu desenvolver o equipamento e, depois de testes e ajustes, levou a solução pronta para a edição de 2026.
Trata-se de um atomizador com capacidade para 1.500 litros, desenvolvido para substituir o conjunto formado por trator e tanque de arrasto em determinadas operações, especialmente em áreas de difícil acesso. “Ele veio aqui, conversou com a gente e disse que precisava tirar alguns tratores da lavoura e acreditava que, juntando duas ideias, seria possível fazer um atomizador. A gente iniciou o desenvolvimento, tentou, errou até chegar ao acerto e hoje temos a máquina pronta”, conta Nelson Rezin, consultor de vendas da Januário.
O produtor que apresentou a sugestão já adquiriu a máquina. Outros equipamentos já foram vendidos e estão em produção ou foram entregues, com clientes inclusive de fora de Santa Catarina.
Para Rezin, a experiência mostra como o contato com os produtores durante a feira pode influenciar diretamente o desenvolvimento de novos produtos. “É uma feira que soma muito para nós. A gente não pensa mais somente em vender máquinas durante a feira, mas em conhecer clientes, levantar demandas e depois prospectar os negócios. Às vezes, uma conversa aqui vira um novo produto para a empresa”, afirma.
Resultado dos negócios será divulgado posteriormente
O volume financeiro movimentado pela 15ª Feira AgroPonte ainda está sendo levantado. A organização realiza uma pesquisa junto aos expositores para reunir os resultados e deve divulgar os números consolidados nos próximos dias.
Para Jaqueline, o resultado da edição também precisa ser observado a partir dos contatos e oportunidades criados durante o evento. “Uma feira desse tamanho não se resume ao que acontece nos corredores durante os cinco dias. Muitos negócios começam aqui e continuam depois, assim como novas parcerias e ideias. O que queremos é que o produtor, a empresa, o expositor e o visitante saiam daqui levando algum resultado”, destaca.
Data de 2027 já está agendada
A próxima edição da Feira AgroPonte já tem data marcada. A 16ª edição será realizada de 11 a 15 de agosto de 2027, novamente no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma.
Agronegócio
Feira AgroPonte reúne animais de alto padrão nos julgamentos de Nelore e Brahman
Campeões das duas raças foram definidos após avaliações técnicas realizadas por jurado credenciado pela ABCZ
Os julgamentos das raças Nelore e Brahman movimentaram a programação pecuária da 15ª Feira AgroPonte nesta quinta e sexta-feira, dias 14 e 15 de agosto. Criadores de diferentes regiões levaram seus animais para a pista de julgamento e apresentaram exemplares que, segundo o jurado da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Felipe Afonso de Souza, estão no mesmo nível dos animais encontrados nas principais exposições do país.
“Me surpreendeu a qualidade dos animais aqui, tanto da raça Nelore quanto da raça Brahman. Muitos animais se enquadram dentro dos padrões das suas determinadas raças. Os campeões daqui não perdem em nenhum quesito para os campeões no Brasil afora”, avalia Felipe.
Avaliação considera diferentes características
De acordo com o médico-veterinário Marcelo Pedroso, que também apresenta os julgamentos, durante o julgamento, os animais são analisados a partir de um conjunto de características específicas de cada raça. A avaliação começa pela caracterização racial, que considera os atributos que dão identidade ao Nelore e ao Brahman.
Também são observados aspectos como desenvolvimento muscular, crescimento, precocidade de carcaça, precocidade sexual, dimorfismo sexual e aprumos, que estão relacionados à forma como o animal se movimenta e se posiciona. “É um conjunto de características que a gente procura identificar nos melhores animais que representam aquela raça, naquela categoria, naquela idade. E aqui foram muito bem representados, tanto pelas fêmeas quanto pelos machos”, explica o jurado.
Segundo Felipe, a evolução da pecuária catarinense também pode ser percebida na qualidade dos animais apresentados na pista. “É muito importante ver Santa Catarina fortalecida e uma evolução. Espero poder voltar aqui mais vezes para acompanhar o desempenho desses animais, tanto os jovens quanto os adultos, que têm muita qualidade.”
Nelore abriu rodada de julgamentos
O primeiro julgamento foi da raça Nelore, com avaliação das categorias de fêmeas e machos. Entre as fêmeas, a Grande Campeã foi a ISPU 6928, da Cabanha Trevo D’Agua. A Reservada foi a FHGNB 1595, também da Cabanha Trevo D’Agua.
Nos machos, o título de Grande Campeão ficou com o LMW 795, da Fazenda Scarpari e Araucária da Fé. O Reservado foi o ETP 208, do Cerro Azul.
Brahman encerra julgamentos
Na sexta-feira, foi a vez da raça Brahman entrar na pista. A Grande Campeã entre as fêmeas foi a AAB 192, da Águas Frias. A AAB 203, também da Águas Frias, ficou com o título de Reservada.
Entre os machos, o Grande Campeão foi o BPAR 1065, da Cabanha Bez Batti. O animal já havia sido apresentado na Feira AgroPonte como um dos destaques da pecuária da edição. O título de Reservado ficou com o WRRB 1629, também da Cabanha Bez Batti.
Categorias especiais valorizam animais adultos
Além das categorias previstas no regulamento oficial, a Feira AgroPonte conta desde 2024 com duas categorias de incentivo: Gran Sênior e Gran Matriz. Segundo o diretor da Nossacasa Feiras e Eventos e idealizador da Feira AgroPonte, Willi Backes, a categoria Gran Sênior é destinada a machos com idade superior a 36 e até 120 meses, desde que apresentem laudo de exame andrológico positivo e estejam aptos à reprodução. Já a Gran Matriz contempla fêmeas com mais de 36 meses que estejam com cria ao pé, prenhes ou em regime de colheita de embriões ou oócitos.
Pelo segundo ano consecutivo, o título de Gran Sênior ficou com o touro PVT 115 Falcão, conhecido como Hércules, da Cabanha Talismã, de Içara, do pecuarista Adilor Loli Viana. O animal, que atualmente detém o título de mais pesado do Brasil, voltou à pista da Feira AgroPonte após conquistar o mesmo reconhecimento na edição anterior. Já quem levou o título de Gran Matriz foi da Cabanha Talismã, BPAR 965.
Genética catarinense ganha espaço na pista
A presença de animais de alto padrão genético nos julgamentos reforça o trabalho realizado pelos criadores catarinenses e também amplia a visibilidade dos rebanhos produzidos no Estado.
Para Felipe Afonso de Souza, que é médico veterinário e atua como jurado credenciado pela ABCZ desde 2013, a experiência na Feira AgroPonte mostrou uma evolução consistente dos animais apresentados. “Estou muito feliz pelo que vi aqui. Tanto no Nelore quanto no Brahman, encontramos animais de muita qualidade, que representam muito bem suas raças”, afirma.
A 15ª Feira AgroPonte segue até domingo, dia 16, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Além dos julgamentos, o público pode visitar a exposição de animais, conferir as empresas expositoras, a agricultura familiar, as apresentações equestres, a Arena de Equoterapia e o espaço A Cultura do Homem do Campo.
Agronegócio
Feira AgroPonte coloca produtores e compradores frente a frente para fechar negócios
A Rodada de Negócios da Agricultura Familiar da Feira AgroPonte reuniu nesta quinta-feira, dia 13, produtores rurais, supermercadistas e permissionários da Ceasa em busca de novas oportunidades comerciais. Realizado durante a feira, o encontro aproxima quem produz de quem compra e cria um ambiente para apresentação de produtos, negociação e construção de parcerias.
A rodada tem como objetivo promover a prospecção de negócios entre produtores da agricultura familiar e empresas que atuam na comercialização de alimentos. Participam supermercadistas, atacadistas e permissionários da Ceasa, que têm contato direto com os produtores e conhecem os produtos disponíveis na região.
Para o gerente regional da Epagri em Criciúma, Edson Borba, a proposta é ampliar as possibilidades de comercialização para os produtores. “Esta iniciativa consolida um ambiente estratégico onde a troca de experiências e o fechamento de acordos comerciais ocorrem de forma integrada e eficiente”, afirma.
Contato direto facilita negociações
Para quem compra, estar frente a frente com o produtor facilita a avaliação dos produtos e permite entender melhor a origem e as características daquilo que chega ao consumidor. É o caso de Fernando Elias Pereira, comprador do MM Rosso Supermercados.
Segundo ele, a proximidade ajuda a atender demandas específicas do mercado e também fortalece a comercialização de produtos regionais. “O contato direto com o produtor é fundamental para o nosso setor. Essa proximidade permite conhecer a origem e a qualidade da mercadoria sem a necessidade de intermediários, o que fortalece nossa cadeia de suprimentos. Além de otimizar a negociação, esse vínculo nos permite suprir demandas específicas e atender às necessidades do mercado com produtos mais frescos e regionais, beneficiando toda a economia local.”
Do outro lado da negociação, a agricultora e proprietária de uma agroindústria de farinha de mandioca e polvilho, Ana Cláudia Silveira Emerim, destaca a agilidade proporcionada pelo encontro presencial. “Para mim, a rodada de negócios é essencial pela agilidade que proporciona. O contato presencial facilita o estabelecimento de parcerias, eliminando etapas burocráticas e criando um reconhecimento imediato por parte do comprador”, reforça.
Negociações continuam depois da rodada
A experiência das edições anteriores mostra que os contatos iniciados durante a rodada podem se transformar em negócios efetivos. A negociação não termina necessariamente naquele momento: produtores e compradores seguem em contato depois do encontro, dando continuidade às tratativas e, em muitos casos, concretizando acordos comerciais.
Para a diretora da Nossacasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, esse é um dos objetivos da iniciativa. “A rodada cria uma aproximação que dificilmente aconteceria da mesma forma. É uma oportunidade para o produtor apresentar seu trabalho diretamente a quem compra e para as empresas conhecerem novos fornecedores da região”, afirma.
A Rodada de Negócios é uma parceria entre AgroPonte, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Ceasa e Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).
A 15ª Feira AgroPonte segue até domingo, dia 16, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Além da agricultura familiar e da Rodada de Negócios, a feira reúne cerca de 250 empresas expositoras, mais de 300 animais, tecnologia, implementos, indústria, apresentações equestres, julgamentos das raças Nelore e Brahman e o espaço A Cultura do Homem do Campo.
A Feira AgroPonte acontece de 12 a 16 de agosto, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma (SC).
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