Economia
Central de Empregos de Criciúma registra mil inscrições mensais para o mercado de trabalho
Com um sistema de cadastro facilitado e agilizado, a Central de Empregos de Criciúma é responsável por aproximar trabalhadores e empresas no município. O órgão da Secretaria de Assistência Social e Habitação, localizado na galeria do Terminal Central, registra, em média, mil inscrições em vagas mensais, resultando em aproximadamente 200 encaminhamentos. Atualmente, mais de 250 vagas estão disponíveis na central em diferentes áreas de atuação, como comércio, indústria e serviços.
De acordo com a secretária de Assistência Social e Habitação, Dudi Sônego, a central possui mais de 280 empresas parceiras, oferecendo apoio aos cidadãos que estão em busca de emprego. Ao todo, são 1,2 mil candidatos com currículos cadastrados na plataforma. “Temos vagas para todos os perfis. O cadastro é rápido e fácil, as vagas são cadastradas pelas empresas no site, onde os candidatos podem cadastrar seus currículos e concorrer às vagas. Nosso objetivo é facilitar o acesso ao mercado de trabalho, conectando as empresas a pessoas que buscam uma oportunidade”, ressaltou a secretária.
Central de Empregos
A Central disponibiliza vagas diariamente por meio da plataforma digital, disponível no link empregos.criciuma.sc.gov.br , e pelo Instagram @centraldeempregoscriciuma, reativado recentemente para aumentar o alcance das oportunidades. Dúvidas e informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3431-0001.
Além disso, a unidade física, localizada na galeria do Terminal Central, Av. Centenário, nº 3400 – sala 16, no centro, oferece atendimento presencial de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, sem fechar ao meio dia. No local, candidatos recebem suporte especializado, que inclui dicas para entrevistas, facilitando a preparação para o mercado de trabalho.
Economia
Dexco vende fábrica de Urussanga para Cerâmica Carmelo Fior por R$ 170 milhões
A Dexco anunciou nesta segunda-feira (3) a venda de sua fábrica de revestimentos cerâmicos localizada em Urussanga (SC) para a Cerâmica Carmelo Fior, negócio avaliado em R$ 170 milhões que inclui o terreno da unidade e parte dos equipamentos instalados no local. Segundo a companhia, a operação está inserida em uma estratégia de concentrar as operações industriais do segmento de cerâmica nas unidades de Botucatu (SP) e Criciúma (SC).
A Dexco afirma que a venda garante continuidade e sustentabilidade de longo prazo ao negócio, a partir de uma melhor utilização da capacidade instalada, ganhos de produtividade e maior eficiência operacional. A companhia também assegura que a operação não altera o portfólio da divisão de cerâmica nem a atuação das marcas Ceusa e Portinari, mantendo o compromisso com o atendimento aos clientes.
O fechamento do negócio ainda depende do cumprimento de condições precedentes usuais nesse tipo de transação, entre elas a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A venda ocorre poucos meses depois de a empresa ter anunciado, em maio, o fechamento da unidade de Urussanga — decisão que resultaria na demissão de 159 trabalhadores.
Economia
Prefeito de Forquilinha negocia com Azul e Gol retomada de voos comerciais no Diomício Freitas
O prefeito de Forquilinha confirmou agenda para a próxima semana em São Paulo, com conversas voltadas à retomada de voos comerciais no aeroporto municipal, administrado pela prefeitura sem fins lucrativos. As tratativas envolvem as companhias Azul e Gol, e o município afirma que vai fechar contrato com a primeira empresa que se dispuser a operar uma rota comercial no local.
“No encontro desta semana vamos tratar com a Gol. Já conversamos com a Azul também e estamos aguardando a sinalização de uma destas empresas. tenho certeza que em breve o Diomício Freitas será o grande aeroporto entre Porto Alegre e Florianópolis”, pontua Neguinho,
Como incentivo, a prefeitura está concedendo isenção da taxa de embarque às companhias interessadas — medida que, segundo o prefeito, representa uma economia de cerca de R$ 100 mil por mês para uma empresa operando um voo diário com 100 passageiros.
Na comparação com o aeroporto de Jaguaruna, o prefeito argumenta que Forquilinha leva vantagem por estar mais distante do mar (21 km, contra 5 km do concorrente), o que reduziria a interferência do vento nas operações. Ele cita ainda a chegada da sede do Saer ao aeroporto — a segunda unidade do tipo em Santa Catarina, atrás apenas de Chapecó, segundo o prefeito — e a existência de estação meteorológica própria, recurso que Jaguaruna não possui. A meta declarada pela gestão é tornar o aeroporto competitivo em relação aos terminais de Porto Alegre e Florianópolis.
Economia
Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período
A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 5,4%, atingindo o menor nível já registrado desde 2012, quando começa a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre do ano (6,1%) e na comparação com o mesmo período de 2025, quando estava em 5,8%.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No segundo trimestre, o Brasil atingiu o número de 103,1 milhões de pessoas ocupadas, cerca de 1,081 milhão a mais que no primeiro trimestre. Esse patamar é o maior já registrado em qualquer período da Pnad.
Já o número de desocupados era de 5,9 milhões, o que representa 10% (718 mil pessoas) a menos que no primeiro trimestre.
Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres, os grupamentos que se destacaram na criação de vagas foram:
– Transporte, armazenagem e correio: +3,9% (mais 235 mil pessoas)
– Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: +2,6% (mais 489 mil pessoas)
A Pnad mostra que no período de três meses de abril a junho, o país tinha 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada – o maior de toda a pesquisa do IBGE – e 13,6 milhões sem carteira.
A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,4% no segundo trimestre.
O rendimento médio do trabalhador brasileiro ficou em R$ 3.738, o maior já registrado para um segundo trimestre. No entanto, fica abaixo do apurado no primeiro trimestre de 2026. (R$ 3.765).
Apesar de recorde histórico de baixa no desemprego no período, o rendimento fica no campo da estabilidade, segundo o analista da pesquisa William Kratochwill, porque as novas contratações costumam pagar na média ou abaixo dos demais salários.
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