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Economia

SC emprega mais de 8,6 mil em 2025; estado mantém menor taxa de desemprego do País

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O Sistema Nacional de Emprego em Santa Catarina (Sine SC) atingiu a marca de 8.670 trabalhadores empregados entre janeiro e outubro de 2025. O resultado reflete o esforço do órgão, que conta com mais de 22 mil trabalhadores inscritos e atua na intermediação de mão de obra e feirões de emprego.

Atualmente, o Sine SC possui mais de 8 mil vagas de emprego abertas em áreas como indústria, comércio e serviços, para todos os níveis de experiência, em suas 141 unidades no estado.


Crescimento Acima da Média e Vagas Estratégicas

Santa Catarina atravessa um momento positivo no mercado de trabalho, ostentando a menor taxa de desemprego do país, com apenas 2,2%. O estado já soma mais de 95 mil empregos gerados com carteira assinada desde o início do ano, segundo o Caged.

O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, destacou a atuação estratégica do Sine:

“O estado cresce acima da média nacional, cria muitas vagas de emprego e algumas áreas econômicas sofrem com falta de mão de obra. Quem ainda busca uma oportunidade deve procurar a unidade do Sine mais próxima”, afirmou.

Os setores com maior saldo de empregos são: serviços (43,7 mil), indústria (29,2 mil) e construção (13,2 mil). A grande oferta de oportunidades coloca Santa Catarina em destaque, inclusive, na contratação de jovens aprendizes e trabalhadores estrangeiros.

O Sine SC participou de mais de 20 feirões de emprego neste ano, reforçando a prioridade do Governo em garantir oportunidades e renda ao catarinense.

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Economia

Projeto Cápsula do Tempo é realizado na Escola Municipal Jardim Atlântico

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A Escola Municipal de Educação Básica Jardim Atlântico realizou nesta quarta-feira (20) a abertura das cápsulas do tempo produzidas pelos alunos dos 6º anos de 2023. O momento marcou a conclusão do projeto “Cápsula do Tempo”, iniciativa que proporcionou aos estudantes a oportunidade de guardar sonhos, expectativas e lembranças para serem revisitados após três anos.

A atividade aconteceu nos períodos matutino e vespertino e reuniu alunos e equipe escolar em um encontro repleto de emoção, nostalgia e significado. Ao abrirem as cápsulas, os participantes puderam reencontrar mensagens, registros e memórias.

O projeto teve como principal objetivo estimular a reflexão sobre o crescimento pessoal, os planos para o futuro e as transformações vividas ao longo dos anos. Para muitos estudantes, o reencontro com os materiais guardados representou uma experiência marcante, despertando sentimentos de pertencimento, amadurecimento e valorização das vivências escolares.

O projeto foi organizado pela professora Ângela Balardin, que trabalhava na época na escola, e pelo professor Alexandre Zilli, tendo o apoio e o incentivo da direção e equipe da escola. A ação reforça o compromisso da escola com práticas pedagógicas que vão além do conteúdo em sala de aula, promovendo também o desenvolvimento emocional, afetivo e social dos alunos.

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Economia

Câmara debate redução da jornada de trabalho e propostas ainda dividem opiniões

Emendas querem manter 44 horas para atividades essenciais e dar prazo de 10 anos para mudança entrar em vigor

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A discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil avança na Câmara dos Deputados — mas ainda sem consenso sobre quanto tempo o brasileiro vai trabalhar por semana.

Nesta sexta-feira (15), o debate aconteceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, como parte do programa Câmara pelo Brasil. O tema é a PEC 221/19, que propõe reduzir a jornada semanal máxima de 44 para 36 horas.

Duas emendas apresentadas à proposta complicam o caminho. A primeira quer manter o limite de 44 horas para atividades essenciais — como saúde, segurança, mobilidade e infraestrutura crítica. A segunda propõe um prazo de 10 anos para que qualquer redução entre em vigor. O deputado Sérgio Turra (PP-RS), autor de uma das sugestões, também incluiu redução de contribuições sociais das empresas — inclusive do FGTS — como compensação pelos custos da mudança.

Mas há uma terceira versão em jogo. O entendimento entre a comissão especial e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aponta para uma redução a 40 horas semanais, com dois dias de descanso garantidos e sem perdas salariais — diferente das 36 horas previstas na proposta original.

O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), ainda não definiu se haverá período de transição nem quando as mudanças entrarão em vigor.

Paralelamente, a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), propõe a semana de quatro dias de trabalho, com redução para 36 horas em até 360 dias.

O prazo para sugestões à PEC 221/19 já encerrou. A decisão final fica com o relator e a comissão especial.

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Economia

Cooperativismo catarinense gerou mais de 109 mil empregos em 2025 e lidera ranking nacional

Setor cresceu 7,1% no número de empregos diretos em Santa Catarina no ano passado. Estado também ultrapassou cinco milhões de cooperados em 2025.

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O cooperativismo catarinense fechou 2025 com 109.677 empregos diretos com carteira assinada — alta de 7,1% em relação aos 102.402 postos registrados em 2024. Os dados são do Sistema OCESC e consolidam Santa Catarina como o estado mais cooperativista do Brasil, com mais de cinco milhões de cooperados.

“Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam”, afirmou o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

Os empregos gerados têm distribuição equilibrada por gênero: 55.107 mulheres e 54.570 homens. A maior parte das vagas está em Santa Catarina, com 84.776 postos. Outros 24.901 empregos — 29,4% do total — estão fora do estado, resultado da expansão de cooperativas catarinenses pelo país.

“O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência”, destacou Zanatta.

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