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Agronegócio

Feira do Peixe Vivo de Içara inicia com expectativa de vender mais de 5 toneladas

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A partir desta sexta-feira, dia 16, acontece mais uma edição da Feira do Peixe Vivo de Içara. Até o final da Quaresma, os consumidores poderão comprar tilápias e carpas coloridas fresquinhas, ao lado da Feira da Agricultura Familiar, no Terminal Rodoviário. De acordo com o produtor João Miguel Klima, responsável pela organização da feira, a expectativa é vender mais de 5 toneladas de peixe.

A ação acontecerá durante todas as sextas-feiras da Quaresma, além da quinta-feira que antecede a Sexta-feira Santa. Há a possibilidade de pagar com dinheiro, cartão, Pix, ou, ainda com o vale-feira da ação Reciclou Levou, ou o vale-feira dos servidores públicos de Içara. O horário vai das 7h às 12h.

“Esse é o período em que o consumo de peixes é maior para os católicos, em preparação para a Páscoa. Trabalhamos com peixes de extrema qualidade e preço acessível. Os animais ficam à disposição em caixas d’água. Além da questão religiosa, esse é um alimento muito nutritivo e saboroso, que vai contribuir com a saúde de todos os consumidores”, explica Klima.

A Feira do Peixe Vivo é realizada em uma parceria entre o Governo Municipal, através da Secretaria de Agricultura, e a Cooperativa da Agricultura e Pesca Familiar de Içara (Coopafi). “Esse já é um evento tradicional na cidade, indo para o quinto ano, para rechear a mesa dos içarenses neste período de Quaresma. É mais uma importante iniciativa para fomentar e fortalecer o agronegócio local, unindo o campo e a cidade”, destaca o secretário de Agricultura de Içara, Gelson Possamai.

Agronegócio

Safra da uva 2024: alto volume de chuva causou queda na produtividade na região 

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Os produtores da região do Vales da Uva Goethe preparam o início da Vindima, a colheita da uva. A safra  2023-2024 enfrenta alguns desafios devido a condições climáticas adversas, marcadas por muita chuva e umidade. A influência do El Niño causou perdas na produtividade em relação à última safra. A Família Quarezemin possui 10 hectares de uva Goethe, sendo quatro hectares destinados para a fabricação do vinho, o restante é vendido in natura, além de dois hectares de niagara rosada.  “Vamos começar a colher após o dia 15 de janeiro.Estamos prevendo uma perda de 30 a 40% esse ano devido às chuvas, mas estamos otimistas porque a qualidade do fruto está muito boa”, destaca o presidente da Progoethe, Guilherme Facanali Bianchini, sócio-administrador da vinícola Quarezemin, em Içara.  

No Vales da Uva Goethe, são mais ou menos 50 hectares plantados, sendo que a região é a única que cultiva essa variedade típica e rara. O pesquisador da Epagri Emilio Della Bruna, explica como as condições climáticas adversas influenciaram a safra. “ Foi um ano atípico, com um inverno muito quente e com muita chuva principalmente durante a floração e tudo isso prejudicou a produtividade. Na produção de niagara rosada, a quebra foi ainda maior, chegou a 85%, dos 300 hectares cultivados na região”, pontua. 

Boa com a qualidade da uva deve minimizar prejuízos 

Se a quantidade colhida será menor, a boa qualidade do fruto deixa os produtores otimistas. A expectativa é que o sol e o calor neste período que antecede a colheita contribua para a boa maturação dos frutos.“No período da floração houve muita chuva , prejudicando a polinização , sendo assim ficou com uma produção pequena,com uma queda de até 50%. Mas enfim está chegando o amadurecimento,e neste período o tempo está colaborando, com dias secos ótimos para a fruta concentrar o açúcar, os aromas, e o nível de acidez”, esclarece Gilmar Trevisol, da Vinícola Trevisol. 

Na Vinícola Bianco, em Orleans, a colheita dos primeiros cachos de uva nos 5 hectares cultivados começa na próxima semana. “Se confirmar as previsões do tempo que colocam o mês de janeiro mais seco, sem muita chuva teremos uvas de excelente qualidade”, diz o agrônomo e sócio da Vinícola Bianco, Antonio Bianco.

Raro e único no terroir brasileiro 

Cada vinho é único, e o vinho Goethe além de único é típico e raro, produzido apenas na região do Vales da Uva Goethe.  Entre as diversas razões que tornam cada garrafa tão especial está o selo de Indicação Geográfica, o primeiro conquistado por Santa Catarina. O clima é um dos fatores que está presente no terroir das garrafas. O terroir é um conjunto de fatores, como clima, topografia, geologia, castas, e também a cultura, história, tradição e ao saber fazer regional. A maior parte da uva Goethe é destinada para a produção do vinho, e as vinícolas que não possuem parreirais próprios, compram a fruta de produtores da região. 

A Casa Del Nonno, possui  8 hectares da Goethe, e incluiu mais de 100 pés de de duas novas variedades em fase de experimentação, que devem produzir os primeiros frutos em três anos. “A expectativa é boa em relação a qualidade, mas teremos uma redução na quantidade devido às chuvas que aconteceram durante a floração das videiras”, fala o enólogo Matheus Damian.  

Na Vigna Mazon, são cultivados  1,5 hectare de uva goethe, o que representa 1 terço da  produção, cerca de 15 toneladas, o restante da fruta utilizada na fabricação do vinho vem de famílias de produtores rurais da região. Além disso, na vinícola também são cultivadas as uvas niágara e bordô, esta última é típica americana e utilizada para elaboração de sucos e geleias.  “Cultivamos ainda a Goethe Primus, uma mutação que se adaptou muito bem a esse território. Enquanto a clássica, tem uma coloração que puxa um verde com rosa e amarelo dourado, com uma acidez mais acentuada, própria para espumantes. A Primus quando madura, vai para um verde água, é mais leve, boa para elaboração de vinhos tranquilos”, finaliza Patrícia Mazon.

XVI Vindima Goethe inicia 13 de janeiro 

As seis vinícolas participantes prepararam uma programação especial para receber os turistas e visitantes. São sunsets, piqueniques, degustações, cinema ao ar livre e atrações artísticas, de 13 a 28 de janeiro de 2024, com programação especial nas vinícolas associadas a Progoethe: Vinícola Casa Del Nonno, Vigna Mazon, Vinícola De Noni, Vinícola Trevisol, Vinícola Bianco e Vinícola Quarezemin.

  Além disso, a Progoethe organiza com apoio da Prefeitura de Urussanga, dia 19 de janeiro às 18h30 a missa para abençoar as mãos que colhem na Matriz Nossa Senhora da Conceição, às 19h30 a Vindima in Festa, evento aberto ao público no salão da igreja.  

São patrocinadores do evento: Sebrae, BRDE,Unesc,Olim Agro. Parceria oficial: Prefeituras de Urussanga, Cocal do Sul e Orleans. Apoio: Epagri

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Agronegócio

Queijaria de Nova Veneza é Super Ouro no 1° Concurso de Queijos Artesanais de SC

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Nova Veneza, [01/12/2024] – A Queijaria SempreBom, de Nova Veneza, celebra sua participação de destaque no 1° Concurso de Queijos Artesanais de Santa Catarina, realizado nos dias 29 e 30 de novembro em Lages. O evento, promovido pelo Governo do Estado em parceria com a Epagri, Udesc e outras instituições, reconheceu a excelência dos queijos produzidos em território catarinense, onde a Queijaria SempreBom se destacou com quatro medalhas.

A grande conquista foi a Medalha Super Ouro, conferida ao Melhor Queijo Colonial Curado do concurso. Além disso, a queijaria recebeu a Medalha de Ouro para o queijo colonial curado. As Medalhas de Prata foram para os queijos colonial meia cura e colonial meia cura de pimenta com orégano.

Maria Regina Pasetto Romagna, presidente da Cooperativa de Produção Agroindustrial de Nova Veneza (Coofanove), destaca a importância desse reconhecimento para a Queijaria SempreBom. “Uma premiação extremamente significativa para um associado atuante na cooperativa, que vem trabalhando para entregar um produto de qualidade dentro das normas da vigilância”.

O proprietário da Queijaria SempreBom, Carlinhos SempreBom, expressou sua satisfação com as premiações. “Recebemos pontuações muito altas em todos os queijos, além da Medalha Super Ouro, que superou todas as notas da categoria Ouro. Estamos felizes em nos destacarmos entre 147 queijos participantes, inclusive concorrendo com queijos premiados internacionalmente na França. Isso é um reconhecimento da nossa qualidade, sabor e dedicação ao longo dos anos”.

A Queijaria SempreBom reforça seu compromisso com a produção de queijos artesanais de alta qualidade e agradece pelo reconhecimento recebido no concurso. A premiação reforça não apenas a excelência dos produtos, mas também o empenho contínuo em entregar aos consumidores um produto diferenciado e saboroso.

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Agronegócio

Unesc dá início a implantação do Centro de Inovação para o Agronegócio Ricardo Faria

O empresário do ramo do agronegócio recebeu a notícia durante a sua visita nesta segunda-feira (13/11) na Universidade

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A Unesc, a maior Universidade Comunitária do Sul de Santa Catarina, reforça seu compromisso com o agronegócio. Em um evento marcante nesta segunda-feira (13/11), recebeu o empresário Ricardo Faria, fundador da Granja Faria, maior produtora de ovos férteis e comerciais do Brasil. O encontro busca fortalecer laços institucionais e promover diálogos enriquecedores sobre empreendedorismo, agronegócios e gestão. A palestra de Faria no Auditório Ruy Hulse abordou desafios e oportunidades do setor agropecuário. A atividade faz parte do 1º Desenvolve Agro da Unesc.

Antes da palestra, a reitora Luciane Bisognin Ceretta anunciou a construção do Centro de Inovação para o Agronegócio, nomeado em homenagem a Ricardo Faria. O centro visa conectar empresas, startups, produtores, investidores e a academia no ecossistema de inovação e empreendedorismo do agronegócio. Luciane destaca áreas cruciais como biotecnologia, tecnologia da informação e educação para o agronegócio, focando em soluções tecnológicas para um agronegócio mais inclusivo, competitivo e sustentável na região sul de Santa Catarina.

O objetivo do Centro é promover conexões entre grandes empresas, startups, produtores, investidores, academia e outros atores do ecossistema de inovação e empreendedorismo do Agro. O empresário elogia a iniciativa da Unesc, destacando a importância do agronegócio, que representa 27% do PIB nacional. Ele se compromete a contribuir, orientando o corpo docente e compartilhando tendências e novidades. O espaço terá inicialmente uma área de 1,4 mil metros quadrados com coworking, laboratórios, salas de startups e eventos.

Segundo a reitora, o Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e de Inovação será o agente para disponibilizar informações relacionadas ao agronegócio nas regiões da Amrec, Amesc e Amurel. Luciane ressalta que o Unesc Connect apoiará no desenvolvimento de técnicas de gestão, comercialização e incorporação de novas tecnologias para ampliar a eficiência sustentável do agronegócio.

Em visita ao Talent Lab, localizado no Parque Científico e Tecnológico (Iparque), Faria conheceu diversos setores da Unesc, incluindo o Unesc Labs, Procer (Agrointeligência em Pós-Colheita), Unesc Solutions, Núcleo de Empreendedorismo e outros. A gerente de Inovação e Empreendedorismo destaca a importância da visita para a história da Universidade. O evento foi promovido pela NewFarm Agro Intelligence em parceria com a Unesc. O empresário recebeu uma placa enaltecendo sua visão empresarial, espírito inovador e capacidade de liderança.

Ricardo Faria, engenheiro agrônomo e fundador da Granja Faria, é reconhecido como uma pessoa querida e humilde. Sua trajetória inclui não apenas a Granja Faria, mas também a INSOLO, Fertifar e EGGY, evidenciando sua relevância no agronegócio brasileiro. O evento foi prestigiado por representantes do governo e do Poder Legislativo, destacando a importância do empresário para a cidade.

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