Política
Frente Parlamentar ODS será lançada hoje na Alesc
A Frente Parlamentar de Apoio aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Assembleia Legislativa, coordenada pelo deputado Fabiano da Luz (PT), será lançada hoje (01/06), às 18h. O evento virtual vai abordar assuntos como a importância dos ODS às pessoas e o papel do Parlamento nesse debate. Os interessados poderão acompanhar a transmissão ao vivo pelo Canal do Youtube da Alesc.
A Frente Parlamentar de Apoio aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Assembleia Legislativa, coordenada pelo deputado Fabiano da Luz (PT), será lançada hoje (01/06), às 18h. O evento virtual vai abordar assuntos como a importância dos ODS às pessoas e o papel do Parlamento nesse debate. Os interessados poderão acompanhar a transmissão ao vivo pelo Canal do Youtube da Alesc.
A criação da frente parlamentar atende ao pedido da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), da Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e do Movimento Nacional ODS Santa Catarina.
O deputado Fabiano esclarece que a iniciativa tem a finalidade de estabelecer relações de cooperação para alcançar os 17 ODS – como erradicar a pobreza, a fome e assegurar educação inclusiva – que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030. “É extremamente importante priorizar essas questões humanitárias em um momento em que famílias estão em situação de vulnerabilidade, passando por uma situação mais drástica e urgente na pandemia”, afirmou o coordenador da frente parlamentar.
Para o diretor da Egem (Escola de Gestão Pública Municipal) da Fecam, Dionei Walter da Silva, a criação da frente parlamentar é uma conquista importante, pois “os ODS, adotados em 2015 em reunião entre chefes de Estado e de governos na ONU, refletem as aspirações de diversas nações para construir uma trajetória mundial com equilíbrio ambiental e social”. “As metas estabelecidas visam a construção de um mundo mais justo, próspero, sustentável e igualitário até 2030. E para que isto aconteça, cada entidade e cada cidadão precisa se engajar e fazer a sua parte.”
A frente parlamentar permitirá “a aceleração do engajamento da sociedade catarinense na Agenda 2030”, segundo o coordenador do Movimento Nacional ODS em Santa Catarina, Gilson Zimmermann. “O Legislativo analisará e promoverá estudos, iniciativas e leis voltados para políticas públicas de temas centrais da referida agenda, como por exemplo o fomento ao desenvolvimento humano e sustentável, por meio da adoção dos ODS.”
Políticas públicas
Para o coordenador Adjunto de Mobilização do Movimento ODS de Santa Catarina, Fernando Barbosa dos Santos, “a frente parlamentar é de extrema importância para a sociedade no debate sobre políticas públicas, conhecimento e no auxílio para nortear o legislativo, sobretudo quando se tem como base os ODS, uma agenda universal que tem como principal missão a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e equilibrada”.
Com a instituição da frente parlamentar, segundo a coordenadora de Projetos Especiais na Facisc e no ODS Think Tank no Movimento ODS no estado, Adelita Adiers, a expectativa é que “a Agenda 2030 e os ODS alcancem temas relevantes para os catarinenses, oportunizando ações concretas a partir de políticas públicas coordenadas”.
A programação terá palestras dos especialistas Paulo Medeiro, secretário Executivo de Justiça e Cidadania do DF, e do deputado federal Nilto Tatto, coordenador da Frente Parlamentar Mista de Apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU no Congresso Nacional.
Integram a frente parlamentar, além do coordenador Fabiano da Luz, as deputadas Ada de Luca e Luciane Carminatti, e os deputados Coronel Mocellin, Fernando Krelling, Ismael dos Santos, Marcius Machado, Marcos Vieira, Mauricio Eskudlark, Nazareno Martins, Neodi Saretta, Ricardo Alba, Rodrigo Minotto e Valdir Cobalchini.
SAIBA MAIS
Os 17 ODS
Objetivo 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;
Objetivo 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável;
Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades;
Objetivo 4: Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;
Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas;
Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos;
Objetivo 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos;
Objetivo 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos;
Objetivo 9: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação;
Objetivo 10: Reduzir a desigualdade dentro do Estado de Santa Catarina;
Objetivo 11: Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis;
Objetivo 12: Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis;
Objetivo 13: Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos;
Objetivo 14: Conservação e uso sustentável do oceano, dos mares, dos recursos marinhos, lagos, rios e para o desenvolvimento sustentável;
Objetivo 15: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater à desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade;
Objetivo 16: Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis; e
Objetivo 17: Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Política
Os números do IPC para a presidência e o senado em Santa Catarina
Santa Catarina segue sendo um estado em que a maioria do eleitorado se identifica com a direita, e a família Bolsonaro mantém forte influência nas eleições gerais. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não é bem avaliado pela maioria dos entrevistados. É o que aponta pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), contratada pela Associação Catarinense de Jornais (ACJ) — da qual o Tribuna de Notícias é associado.
O levantamento foi feito de forma presencial, em domicílios e pontos de fluxo populacional, entre os dias 9 e 13 de julho, com 1.050 entrevistados de 54 municípios catarinenses, nas regiões da Grande Florianópolis, Norte, Serra, Sul, Vale do Itajaí e Oeste. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Flávio Bolsonaro lidera com ampla vantagem na Estimulada
Na pesquisa Estimulada, quando os entrevistados escolhem entre nomes apresentados em lista, Flávio Bolsonaro (PL) foi citado por 46,1%, seguido por Lula (PT), com 25%. Os demais nomes somaram percentuais menores: Ronaldo Caiado (PSD) 3,1%, Romeu Zema (Novo) 2,9%, Renan Santos (Missão) 2,4%, Samara Martins (UP) 2,3%, entre outros com menos de 2% cada. Não souberam responder 5,8%, e 7,7% votariam em branco ou nulo.
Espontânea repete favoritismo
Sem lista prévia, os resultados foram: Flávio Bolsonaro, 37,4%; Lula, 22,9%; Renan Santos, 1,2%; Ronaldo Caiado, 1%; e os demais nomes com menos de 1% cada.
Lula é o mais rejeitado em SC
Questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, os entrevistados citaram Lula com maior frequência: 48,3%. Flávio Bolsonaro apareceu em seguida, com 27%. Os demais nomes somaram percentuais menores, cada um abaixo de 1,5%. Do total, 6,8% afirmaram rejeitar todos os candidatos, 5,7% disseram não rejeitar nenhum e 3,4% não souberam responder.
Disputa pelo Senado segue equilibrada
Para o Senado, a disputa principal aparece concentrada entre Carlos Bolsonaro (PL), Caroline de Toni (PL) e Esperidião Amin (PP).
Na projeção pela soma dos dois votos permitidos ao eleitor, Caroline de Toni lidera com 39%, seguida por Carlos Bolsonaro (38,6%), Esperidião Amin (34,1%), Décio Lima – PT (27%), Antídio Lunelli – MDB (11,3%), Afrânio Boppré – PSOL (7%) e Jeferson Rocha – PRD (4,7%). Não souberam responder 24,1%, e 14,3% votariam em branco ou nulo.
Separando os votos, no primeiro voto a ordem é: Carlos Bolsonaro (27,4%), Esperidião Amin (17,8%), Décio Lima (16,8%) e Caroline de Toni (14,4%). Já no segundo voto, Caroline de Toni lidera (24,6%), seguida por Esperidião Amin (16,3%) e Carlos Bolsonaro (11,1%).
Ficha técnica
- Coleta de dados: 9 a 13/07/2026
- Margem de erro: 3 p.p.
- Nível de confiança: 95%
- Entrevistados: 1.050
- Empresa contratada: IPC – Instituto de Pesquisa Catarinense
- Contratante: Associação Catarinense de Jornais (ACJ)
- Registro: BR-09576/2026 e SC-09951/2026

Política
Pesquisa IPC/ACJ: Jorginho Mello lidera corrida ao Governo de SC em cenários espontâneo e estimulado
Pesquisa realizada de forma presencial pelo Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), contratada pela Associação Catarinense de Jornais (ACJ) , aponta como está a corrida pré-eleitoral para o Governo de Santa Catarina.
O levantamento foi realizado de forma presencial, domiciliar e em pontos de fluxo populacional, entre os dias 9 e 13 de julho, com 1.050 entrevistados de 54 municípios de Santa Catarina, nas regiões da Grande Florianópolis, Norte, Serra, Sul, Vale do Itajaí e Oeste. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Reeleição em primeiro turno na pesquisa Estimulada
Na pesquisa Estimulada, quando os entrevistados escolhem entre nomes apresentados em lista, o atual governador Jorginho Mello (PL) aparece com 53,3% das intenções de voto, seguido de João Rodrigues (PSD), com 26,2%. Os demais nomes somam 12% dos votos: Gelson Merísio (PSB) com 8,6%, Lais Chaud (UP) com 1,7%, Ralf Zimmer (PRD) com 0,9% e Marcelo Brigadeiro (Missão) com 0,8%. Não souberam responder 4,9%, enquanto brancos e nulos somaram 3,7%.
Pesquisa Espontânea tem 16 nomes lembrados
Sem lista prévia de pré-candidatos, 16 nomes foram lembrados pelos entrevistados, e o atual governador novamente aparece em primeiro lugar: Jorginho Mello foi citado por 42,7%, enquanto 29% não souberam responder e 18,5% citaram João Rodrigues. Outros 4,4% responderam “nenhum”. A lista segue com Gelson Merísio (2,8%), Lais Chaud (0,8%), Décio Lima (0,5%) e outros nomes com menos de 0,3% cada.
Maioria já decidiu o voto
A maioria dos entrevistados afirmou já ter decidido em quem votará em outubro: 44,8% estão totalmente decididos, 42,2% podem mudar o voto ao longo da campanha, 10,7% ainda estão indecisos e 2,4% não souberam responder.
Rejeição
Questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, os entrevistados também apontaram Jorginho Mello como o nome de maior rejeição, com 16,7%. Na sequência aparecem Gelson Merísio (14,3%), Ralf Zimmer (8,3%), João Rodrigues (6,6%), Marcelo Brigadeiro (6,4%) e Lais Chaud (4,3%). Não souberam responder 13,1%, enquanto 23% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes e 7,4% disseram rejeitar todos.
Segundo o diretor do IPC, Renato Rampinelli, ponderou que o resultado atual é apenas uma fotografia do momento. “A eleição não é hoje, ela é daqui a dois meses e meio, e até lá muitos fatores podem acontecer, que podem manter esse quadro, mas também podem alterá-lo”, comentou.
Ficha técnica
- Coleta de dados: 9 a 13/07/2026
- Margem de erro: 3 p.p.
- Nível de confiança: 95%
- Entrevistados: 1.050
- Empresa contratada: IPC – Instituto de Pesquisa Catarinense
- Contratante: Associação Catarinense de Jornais (ACJ)
- Registro: BR-09576/2026 e SC-09951/2026

Política
Frente Parlamentar em Defesa do São José é instalada na Câmara de Criciúma
A Câmara de Vereadores de Criciúma realizou, nesta terça-feira (7), a reunião de instalação da Frente Parlamentar de Defesa do Hospital São José de Criciúma. Criada por meio da Resolução nº 1/2026, a frente tem como objetivo acompanhar, fortalecer e promover ações em defesa da instituição, referência em atendimentos de média e alta complexidade para Criciúma e toda a região Sul de Santa Catarina.
Durante a reunião, foi realizada a eleição da mesa diretora da Frente Parlamentar. Por unanimidade, com três votos favoráveis, o vereador Marcos Machado, o Marquinho (MDB) foi eleito presidente. Também por unanimidade, o vereador Amaral Bittencourt (PSD) foi escolhido como secretário.
Além dos eleitos para a direção, integra a frente o vereador Neri Xavier (União).
A partir da instalação, novas adesões de parlamentares poderão ser encaminhadas ao presidente da Frente, conforme previsto no Regimento Interno da Câmara.
Com a criação da Frente Parlamentar, o Legislativo de Criciúma reforça seu compromisso com o acompanhamento das demandas do Hospital São José, buscando contribuir com o fortalecimento da instituição e com a defesa da qualidade dos serviços prestados à população da região.

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